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Alunos avaliam retorno às aulas presenciais em Manaus

Na capital amazonense, cerca de 228 mil alunos retornaram às salas de aula depois de cinco meses
• Publicado em 02 de junho de 2021 – 11:42
retorno das aulas presenciais
Foto divulgação

MANAUS, AM – A ansiedade pelo primeiro dia de aula presencial do ano tirou o sono de Vinícius Machado, de 12 anos. Ele e outros 228 mil alunos retornaram às atividades presenciais nesta terça-feira (1º), em Manaus. O estudante foi um dos primeiros a chegar na Escola Estadual Irmã Gabrielle Cogels, no bairro Puraquequara, na zona leste.

“Quis vir logo porque estava muito nervoso”, disse o adolescente, enquanto aguardava a abertura do portão.

Vinícius cursa o 7º ano e conta que mesmo estudando com o “Aula em Casa”, sentia falta da sala de aula. “É legal vir para a escola, eu aprendo mais coisas, é muito melhor do que ficar em casa, porque eu não aprendo tanto. Aqui na escola é melhor para ter auxílio dos professores. Claro, a gente tem que ter cuidado em não emprestar garrafa, trocar a máscara depois do almoço, usar sempre o álcool em gel e evitar aglomeração”, frisa o estudante.

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Kewvy Brito, de 15 anos, foi transferido para a unidade escolar neste ano para cursar a 1ª série do Ensino Médio. Ele se disse ansioso para conhecer a turma, mas também está atento aos protocolos de segurança em saúde. “Este é meu primeiro dia aqui na escola, eu estudava no [bairro] Armando Mendes. Quero conhecer a escola, mas apesar de querer conhecer as pessoas, sei que temos que manter o distanciamento, conversar de longe”, pontua.

A pensionista Aurélia Brito, de 69 anos, foi levar o neto Kewvy no primeiro dia na escola nova. Ela disse achar importante a participação dos responsáveis na vida escolar dos alunos. A idosa aproveitou ainda para checar se a escola estava adequada para receber os estudantes e profissionais.

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“Desde quando eles eram pequenininhos eu gosto de ir na escola, ver como é, conversar com os professores, conhecer, perguntar as coisas para saber como está o aproveitamento e o comportamento, porque tem muita coisa difícil para aprender, né? Eu vim aqui na escola para conhecer também e fiquei confiante em deixar ele vir, sei que ele é inteligente e vai respeitar tudo como deve ser”, reflete Aurélia.

(*)Com informações da assessoria

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