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29 de setembro de 2020
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A OAB/AM fará um debate on-line sobre mulheres e poder

A Comissão de Reforma Política e Combate à Corrupção Eleitoral da OAB/AM fará uma live no seu Perfil do Instagram @com.dereformapoliticaoabam

A OAB/AM fará um debate on-line sobre mulheres e poder
Foto: Divulgação

Na comemoração do ‘Mês da Advocacia’, a Comissão de Reforma Política e Combate à Corrupção Eleitoral da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional do Amazonas (OAB/AM), fará uma live no seu Perfil do Instagram (@com.dereformapoliticaoabam), hoje (04) às 20hs, com as Coordenadoras no Amazonas do Observatório de Candidaturas Femininas, as advogadas Anne Louise Ventura, Maria Auxiliadora Benigno e Maria Aparecida Veras.

O tema será “Mulheres e Poder: cotas, fake news e violência política” e objetiva dar início a uma série de lives/vídeos/eventos informativos no perfil da Comissão de Reforma Política e Combate à Corrupção Eleitoral abordando assuntos ligados à política e à corrupção eleitoral, à representatividade feminina nos espaços de poder, à importância do voto consciente e a participação das mulheres em cargos eletivos.

O Observatório de Candidaturas Femininas foi idealizado pela advogada Valéria Paes Landim com a finalidade de discutir o processo de registro de candidaturas, bem como trabalhar a publicidade e propaganda, como lidar com fake news, além de explicar os direitos e deveres das mulheres durante uma candidatura e como podem administrar e gerir uma campanha eleitoral.

Em recente entrevista, Valéria Landim ressaltou que leis ajudam a garantir a presença feminina no processo eleitoral, como a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o percentual de 30% dos recursos do fundo eleitoral para o fomento das candidaturas femininas. “Esse foi um dos elementos determinantes para que nós tivéssemos o aumento de 5% na eleição de 2018 em relação às eleições passadas”, afirma.

Ela disse, ainda, que “o objetivo é que as pré-candidatas que tenham o desejo de participar das próximas eleições cheguem qualificadas, sejam candidatas viáveis e que tenham reais condições de disputar com qualidade em relação aos homens, visto que existe o mito de que “política não é pra mulher e que mulher não gosta de política”.

 

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(*)  Com informações da Assessoria

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