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David Almeida afirma que notícia veiculada em jornal busca denegrir sua imagem


O pré-candidato ao governo do estado e atual presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputado David Almeida (PSB), disse na manhã desta segunda-feira, 16, em coletiva de imprensa realizada em sua residência que a notícia veiculada no domingo, 15, por jornal local é “mentirosa, caluniosa e que busca sujar a sua imagem”.  O deputado convocou coletiva para explicar sobre o contrato de R$ 5 bilhões firmado com a empresa ‘Ezo Soluções Interativas’, na época que comandava o Executivo Estadual.

A coletiva foi realizada na manhã desta segunda-feira, 16. (Foto: Reprodução/Amazonas1)

De acordo com David, a notícia é a repetição de uma mentira, uma forma de manipular e confundir a cabeça dos eleitores do estado. “Não existe desvio algum, desvio de nenhum centavo. Isso nada mais é do que uma campanha eleitoral antecipada, matéria encomendada pelo governo do estado. É uma peça de uma campanha difamatória, não tem nem assinatura. As pesquisas mostram que eu sou o principal nome de enfrentamento a esse governo”, afirmou o pré-candidato.

 

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O parlamentar disse que vai procurar seus direitos tanto na Justiça comum, como na eleitoral. Ele afirmou que foi cometido um crime eleitoral, que dentro dos próximos dias vai entrar com uma queixa crime com pedido de indenização, além de acionar a Justiça Eleitoral por mau uso dos meios de comunicação social. David afirmou que está em “curso uma campanha criminosa de difamação perpetrada pelo governo do Amazonas”.

Entenda o caso

Segundo a notícia, David Almeida, quando governador assinou contrato de R$ 5 bilhões com uma empresa de soluções interativas, que teria o objetivo de recuperar valores do Fundo de Compensação de Variações Salariais (FCVS), que é gerido pela Caixa Econômica Federal. Os trâmites foram realizados pela Superintendência de Habitação do Amazonas (Suhab) e a Ezo cobra o valor por afirmar ter conseguido recuperar um montante de R$ 27 bilhões para o Amazonas.

David afirma que nenhum centavo entrou ou saiu dos cofres públicos do governo. O atual governo pediu a anulação do contrato e a empresa exige o pagamento da sua parte, por ter recuperado os valores que pertenciam à Suhab, segundo a própria empresa.

O pré-candidato afirmou ainda que as mentiras são consequências de cortes de interesse, se referindo a Decreto aprovado pela Aleam este ano, que tirou da empresa ‘Visnorte’ o monopólio de inspeção veicular em contratos do governo.

 

 

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