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Escolas continuam paradas e número deve aumentar, diz sindicato


Professores e servidores administrativos de 147 escolas estaduais continuam parados, nesta terça-feira, em protesto contra o governador Amazonino Mendes (PDT). O movimento, que começou ontem, é uma antecipação da greve que será deflagrada na quinta-feira, 22, deve ter novas adesões ainda hoje, de acordo com o Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus (Asprom Sindical).

Secretário da Seduc, Lourenço Braga, e professores

Professores estão parando em várias escolas estaduais (Foto: Reprodução/Facebook/Montagem Amazonas1)

Ainda ontem, o secretário de Estado da Educação, Lourenço Braga afirmou em uma postagem no Facebook que os governos anteriores negaram aos professores e pedagogos o respeito à data-base. “Por quê a greve contra um governo que está fazendo tudo o que a categoria pediu”, questionou.

De acordo com o coordenador financeiro da Asprom Sindical, são 19 os pontos defendidos pela categoria. “Os professores não querem voltar ao trabalho enquanto a coisa não se resolva”, disse.

Nesta terça-feira, na Assembleia Legislativa do Estado (ALE), o deputado José Ricardo (PT) afirmou que a categoria não merece ser tratada com migalhas e relembrou até mesmo que, em dezembro, deputados aliados do governador Amazonino Mendes (PDT) votaram contra a categoria, não aprovando o reajuste salarial no orçamento de 2018. (Relembre quem votou contra e a favor dos professores).

Votaram contra, pela ordem das fotos acima:

Josué Neto (PSD)
Orlando Cidade (Podemos)
Adjuto Afonso (PDT)
Dermilson Chargas (PEN)
Dr. Gomes (PSD)
Ricardo Nicolau (PSD)
Carlos Alberto (PRB)
Wanderley Dallas (PMDB)
Mário Bastos (PSD)
Vicente Lopes (PMDB)
Augusto Ferraz (DEM)
Donmarques Mendonça (PSDB)
Berlamino Lins (PROS)

Votaram a favor

David Almeida (PSD)
Serafim Corrêa (PSB)
Sabá Reis (PR)
José Ricardo (PT)
Platiny Soares (DEM)
Abdala Fraxe (Podemos)
Cabo Maciel (PR)
Sinésio Campos (PT)
Alessandra Campelo (PMDB)
Francisco Souza (Podemos)
Luiz Castro (Rede)

Administrativos aderem manifestação de professores

Servidores administrativos da Seduc prometem participar da manifestação dos professores na próxima quinta-feira, 22, em frente à sede do Governo. Eles alegam que não foram contemplados em nenhuma proposta apresentada até agora pela pasta.

Segundo uma das representantes do movimento Vamseg, composta por 11 mil servidores no Estado, entre, vigias, técnicos administrativos, serviços gerais, merendeiras, assistente de biblioteca, bibliotecários e nutricionistas da secretaria, Eliana Guedes, eles buscam também por reajuste salarial, revisão do PCCR e promoção horizontal.

 

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