Moradores de Maraã denunciam abandono de veículos da prefeitura

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Moradores de Maraã denunciam abandono de veículos da prefeitura

Equipamentos, que são de patrimônio público, estão abandonados no lixão da cidade acarretando prejuízos ao erário

Segundo os moradores os veículos estão abandonados há mais de 2 anos. (Foto: Divulgação)

Moradores de Maraã, município que fica a cerca de 615 km de Manaus, denunciam o abandono de carros que pertencem a prefeitura, além de um flutuante e uma lancha. Os veículos que são de patrimônio público estão abandonados no lixão da cidade.

 

(Foto: Divulgação)

 

(Foto: Divulgação)

Além dos veículos, a indústria de “Bacalhau da Amazônia”, inaugurada em 2011 como parte de um projeto para gerar emprego e fortalecer a economia local, também está abandonada. A população reclama ainda do lixão a céu aberto que fica próximo às casas e incomoda com o mau cheiro.

Abandonada, a indústria de “Bacalhau da Amazônia” foi tomada pelo lixo. (Foto: Divulgação)

A reportagem do Amazonas1 conversou com alguns moradores da cidade, que pediram sigilo temendo represálias e, segundo eles, os veículos, assim como o flutuantes e a lancha, foram comprados pelo ex-prefeito Cícero Lopes, assassinado em 2016, e atualmente estão abandonados pela gestão do prefeito Luiz Magno Moraes (PMDB).

Procurado pela reportagem, Magno Moraes respondeu que os veículos forma comprados ainda no governo Lula, como parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), e está tentando resolver o problema. No entanto, o concerto dos veículos é muito caro. “Estamos providenciando um local pra reunir e guardar esses equipamentos até que o município adquira recursos para o devido reparo nesses objetos”, disse.

O prefeito disse ainda que a denúncia foi feita por adversários políticos de sua administração e está promovendo ações para acabar com os problemas. “Sobre o lixão estamos em campanha de redução dos resíduos e planejando meios tanto financeiros como administrativos para solucionarmos este grave problema na nossa cidade. Pois nunca se teve um local adequado para despejar os resíduos sólidos”, concluiu.

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