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27 de fevereiro de 2021
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Pacientes do interior do Amazonas são transferidos para o Acre

O Governo do Amazonas realizou também a transferência de outros 32 pacientes que estavam internados em Manaus para hospitais do Maranhão e Piauí

Pacientes do interior do Amazonas são transferidos para o Acre
Foto: Divulgação / Secom

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM) realizou, na sexta-feira (15), a transferência de três pacientes do município de Tabatinga para hospitais de Rio Branco e Cruzeiro do Sul, no Acre. Com covid-19, os pacientes foram transferidos para o estado vizinho por meio do serviço de UTI Aérea da SES-AM.

O Governo do Amazonas decidiu pela remoção de pacientes, na capital e no interior, após dificuldade de abastecimento de oxigênio apresentado pela empresa White Martins, responsável pela oferta do serviço, devido ao aumento da demanda pelo produto nos últimos 15 dias, com o crescimento no número de internações na rede estadual.

Um dos pacientes, de 35 anos, foi hospitalizado em Rio Branco, capital do Acre. Os outros dois, um com 63 anos e outro com 65 anos, foram transferidos para um hospital do município de Cruzeiro do Sul.

O Governo do Amazonas realizou também na sexta-feira e neste sábado (16) a transferência de outros 32 pacientes que estavam internados em Manaus para hospitais do Maranhão e Piauí. Os pacientes foram transportados em aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) ao longo do dia.

Leia mais: Maranhão recebe mais 11 pacientes transferidos do Amazonas

Os pacientes transferidos são selecionados atendendo a classificação de risco do protocolo de Manchester, adotado pelos médicos que atuam na Central Unificada de Regulação de Agendamento de Consultas e Exames (Cura), que estabelece as prioridades de atendimento de acordo com o quadro clínico de cada caso.

Dessa forma, o paciente que for transferido é avaliado antes de sair da unidade e reavaliado antes de embarcar na aeronave, devendo apresentar os sinais vitais (frequência cardíaca, respiratória e pressão arterial) em estabilidade.

O Secretário de Estado de Saúde, Marcellus Campêlo, explicou que o processo de transferência ajuda a aliviar a pressão no consumo de oxigênio na rede pública de saúde até equacionar a logística de distribuição do produto. “São pacientes que têm nível moderado do perfil clínico que estão sendo recebidos pelos nossos irmãos. Os aviões foram adaptados pra receber os pacientes, existe um número máximo de recebimento e as nossas equipes de saúde estão acompanhando os pacientes”, disse o secretário.

 

(*) Com informações da assessoria

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