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23 de janeiro de 2021
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Retração na economia: a bolha de adimplência e a busca por crédito

O desemprego no Brasil atingiu níveis recordes no 3º bimestre de 2020, chegando à alarmante taxa de 14,6% – o equivalente a mais de 14 milhões de desempregados no país. Desde o mês de maio, menos da metade da população em idade para trabalhar está ocupada. O baixo crescimento do PIB brasileiro, de apenas 2,2% […]

Retração na economia: a bolha de adimplência e a busca por crédito
Foto: Roberto Parizotti/FotosPublicas

O desemprego no Brasil atingiu níveis recordes no 3º bimestre de 2020, chegando à alarmante taxa de 14,6% – o equivalente a mais de 14 milhões de desempregados no país. Desde o mês de maio, menos da metade da população em idade para trabalhar está ocupada.

O baixo crescimento do PIB brasileiro, de apenas 2,2% na década frente a um avanço de 30,5% na economia mundial no mesmo período, assim como a crise causada pela pandemia, trouxeram grande preocupação com o pagamento das dívidas. Se por um lado as ações do governo – como o auxílio emergencial – e dos bancos – como a prorrogação do pagamento de empréstimos por até 180 dias, sem registrar isso como atraso – ajudaram a manter os níveis de adimplência no pais, por outro lado criaram uma bolha que está prestes a estourar.

Essa incerteza quanto à chamada “bolha de adimplência“ tem feito com que muitos brasileiros procurem crédito, e busquem informações sobre o chamado “score” financeiro.

Como funciona o score financeiro

O score é uma pontuação atribuída pelo Serasa a cada consumidor, entre 0 e 1000 pontos, que indica as chances que essa pessoa tem de honrar suas dívidas. É esta pontuação que faz com que a pessoa consiga, por exemplo, um empréstimo, um financiamento ou até mesmo um cartão de crédito.

Até 300 pontos, o consumidor é visto como um mau pagador, e tem menos chances de conseguir crédito. Entre 300 e 700 pontos, é considerado um consumidor de risco médio, e, acima de 700 pontos, suas chances de conseguir crédito aumentam. Esta análise é feita com base em seus hábitos financeiros, em sua pontualidade no pagamento das contas, idade, renda, entre outros fatores.

O que fazer para aumentar o score

– Organização do dinheiro: O consumidor deve definir metas e prioridades e cortar gastos desnecessários. Vale tudo: comparar preços em diferentes lojas, optar por marcas mais em conta e comprar itens de segunda mão. Em uma sociedade cada vez mais conectada, mais pessoas estão conseguindo ganhar dinheiro na internet, seja por meio de blogs e vlogs ou até mesmo jogando jogos online como o NetBet roleta. É sempre vantajoso ter uma poupança para emergências, ou até mesmo para o pagamento de compras à vista. Com isso, evita-se que as parcelas de dívidas virem uma grande bola de neve.

– Pagar dívidas já existentes: Antes de buscar mais crédito no mercado, o consumidor deve procurar negociar dívidas antigas com os credores. Para isso, deve priorizadas as dívidas com juros mais altos, além de pesquisar condições de crédito oferecidas por diferentes instituições financeiras. Muitas vezes é possível transferir a dívida para aquelas que possuem juros menores – é a chamada “portabilidade”. Por fim, o consumidor deve aproveitar “feirões”, em que empresas se juntam e oferecem ótimos descontos para quem pretende quitar seus débitos.

– Ser pontual: A pontualidade no pagamento das contas demonstra às instituições o compromisso do consumidor com suas dívidas, sendo um fator determinante na análise do score. Uma boa opção, neste caso, é cadastrar todas as contas em débito automático, evitando assim que um mero esquecimento prejudique o score.

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