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Chico Preto se irrita ao ter palavra negada na CMM sobre o caso do engenheiro Flávio

Vereador queria rebater a fala da vereadora Profª Jacqueline (PHS), que criticava a iniciativa do colega em pedir explicações da Prefeitura de Manaus

A discussão política em torno do assassinato do engenheiro Flávio Rodrigues, 42, ganhou mais um capítulo nesta quarta-feira, 9, na Câmara Municipal de Manaus (CMM), quando os vereadores Chico Preto (sem partido) travou um bate-boca com a colega de Parlamento, Profª Jacqueline. Chico Preto se ressentiu ao ter a palavra negada pela mesa diretora após a vereadora criticar o requerimento apresentado por ele, em que solicitava explicações da Prefeitura de Manaus sobre o uso de servidores e veículo oficial no Caso Flávio.

“Quero deixar a minha repugnância pelas atitudes de colegas que expõe a casa como se a gente fosse um monte de pilantra aqui, ninguém é pilantra aqui. Uso logo a palavra que estão usando no Facebook e rede sociais”, disse Jaqueline.

A Professora relembrou o caso do sargento militar da Polícia Militar, José Cláudio Marques da Silva, que foi morto com três tiros nas proximidades da sede do Partido da Mobilização Nacional (PMN), no conjunto Eldorado, Zona Centro-Sul da Cidade, enquanto trabalhava para o então candidato a governador Chico Preto, na eleição de 2014.

Após a fala da Prof. Jacqueline, Chico Preto pediu a palavra mas foi negada.

Requerimento

O requerimento era sobre Caso Flávio, apresentado na segunda-feira, 7, por Chico Preto, mas derrubado pela maioria da casa. No documento, o vereador pede informações à Casa Militar sobre o carro público usado para, supostamente, levar o corpo de Flávio Rodrigues, no crime ocorrido no dia 29 de setembro.

O documento questionava a participação do servidor público Eliseu da Paz de Souza, entrando e saindo do condomínio Passaredo com uma viatura (veículo da Prefeitura Municipal de Manaus), na Ponta Negra, na Zona Oeste da Cidade.

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