Nova Lei de Informática é tema de reunião entre o AM e Ministério da Economia

US - R$ 4,09

×

Nova Lei de Informática é tema de reunião entre o AM e Ministério da Economia

Assunto foi tratado entre o embaixador do Estado em São Paulo e Brasília, Pauderney Avelino, empresários locais e o representante do ministério

Pauderney Avelino em reunião sobre a revisão da Lei de Informática (Reprodução/Twitter)

A Lei de Informática, criada há 29 anos, passa por uma revisão no Congresso Nacional e um novo texto tem que ser sancionado pelo governo federal até 31 de dezembro deste ano para fazer frente às recomendações da Organização Mundial do Comercio (OMC), segundo informou o embaixador do Amazonas em São Paulo e Brasília, Pauderney Avelino.

Nesta segunda-feira, 2, o ex-deputado federal esteve reunido com representantes da indústria e comércio, em Brasília, para tratar justamente das mudanças nesta lei e abrir caminhos para um Polo de Fármacos e Cosméticos na Zona Franca de Manaus (ZFM).

Conforme Avelino, a reunião aconteceu no Ministério da Economia com a presença de empresários e com o secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos da Costa, representante deste ministério.

“Nesse Projeto de Lei que saiu da Câmara dos Deputados existem algumas questões que precisam ser ajustadas e o que ficou claro é que o governo, no dizer do próprio secretário, nós o convencemos de que o Projeto de Lei que está tramitando no Congresso é o melhor que se pode fazer porque tem a concordância dos agentes do mercado e do Congresso Nacional, portanto o governo vai se adequar a essas regras”, frisou Avelino.

(Reprodução/Twitter)

O embaixador do Amazonas destacou também que foram abordadas algumas sugestões sobre a criação, no Polo Industrial de Manaus (PIM), de um parque fabril de alta tecnologia e citou exemplos como: chips de memórias para os computadores e celulares.

“Já estamos trabalhando nisso, tenho certeza de que o ano que vem será um ano importante para a implantação desse polo, dando um salto gigantesco na tecnologia desenvolvida no estado do Amazonas”, adiantou Avelino.

Sobre quantos empregos o projeto poderia gerar, ele se limitou a dizer que o governo vai fazer a expansão dos negócios do que poderá ser até maior que tem atualmente. “Claro que temos que começar e crescer ao longo do tempo com nosso potencial da biodiversidade”, disse.

Faça um comentário