'O maior problema do Brasil chama-se Jair Messias Bolsonaro', diz Arthur

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18 de setembro de 2020
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‘O maior problema do Brasil chama-se Jair Messias Bolsonaro’, diz Arthur

Virgílio destacou que o país poderia estar enfrentando a pandemia de forma mais firme, se tivesse uma liderança federal mais centrada.

‘O maior problema do Brasil chama-se Jair Messias Bolsonaro’, diz Arthur
Foto - Márcio James / Semcom

Arthur Virgílio Neto participou nesta sexta-feira, 19, do 1º Webcongresso Pernambucano de Direito Municipal, o prefeito de Manaus debateu com o ex-ministro e ex-governador do Ceará, Ciro Gomes, sobre “Os desafios dos entes federados e gestores públicos no enfrentamento da crise sanitária e as soluções para o pós-pandemia”.

O prefeito defendeu que a reconstrução econômica do país pós-pandemia virá por meio da democracia. “A união de esforços, que alguns chamam de frente única, deve ser em torno de dois pressupostos: defesa pela Constituição e pela democracia”, afirmou, ao cobrar medidas efetivas do governo federal, para que o Brasil supere os problemas causados pela pandemia do novo coronavírus.

Segundo Arthur, os problemas do Brasil podem ser colocados em nome de uma só pessoa. “O maior problema do Brasil, neste momento, chama-se Jair Messias Bolsonaro. Precisamos de um grande recomeço”, concluiu.

Virgílio destacou que o país poderia estar enfrentando a pandemia de forma mais firme, se tivesse uma liderança federal mais centrada. “O Pacto Federativo é torto, porque concentra maior quantidade de recursos na União, que não faz tanto pelo povo. Deveria ser repassado aos municípios de uma vez, sem precisar pedir favor a ninguém, porque é nos municípios que se concentra a população”, disse.

Seguindo a mesma linha, Ciro Gomes ressaltou que seria necessário um “pente-fino” na economia brasileira, para encontrar medidas de economia sem afetar pequenos e médios empreendedores. “Temos um sistema tributário regressivo, temos que aumentar impostos no Brasil e cobrar de maneira justa, sabendo a importância de cada setor, como a importância do Polo Industrial de Manaus, que é intocável, de onde sai 8% da produção industrial do Brasil, mas que é hostilizado por não ter uma estrutura de escoamento de produção para o restante do país, por via terrestre”, disse Ciro.

Segundo Virgílio Neto, a solução para o que ele considera um desgoverno do país só será possível pela união dos diversos setores e partidos políticos. “A unidade daqueles que, mesmo em relação à economia e à política são diferentes, pode criar um projeto de Brasil e, ao mesmo tempo, cobrar do presidente que se atenha à democracia, para que o país volte a ter credibilidade no exterior e entre os próprios brasileiros”, finalizou,  concluiu.

 

(*) Com informações da assessoria

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