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Segmento de bicicletas anuncia contratações no segundo semestre

A Caloi vai fazer novas contratações em 2019, a informação foi dada pelo vice-presidente da companhia, Cyro Gazola

Segmento de bicicletas teve um crescimento nas vendas no primeiro semestre que contribuiu na geração de empregos. (Foto: Divulgação

Agora no segundo semestre de 2019 a empresa Caloi vai contratar 160 funcionários temporários, segundo o vice-presidente do segmento de bicicletas Cyro Gazola. “Se a demanda do mercado se mantiver continuamente aquecida e já se refletir em uma nova base de consumo existe uma grande possibilidade que a gente possivelmente mantenha a maior parte dessas contratações”, ressaltou Gazola.

No primeiro semestre de 2019, o mercado do setor de motocicletas apresentou um aumento de 8,4% na produção realizada no Pólo Industrial de Manaus (PIM) em comparação ao mesmo período do ano passado, conforme divulgou a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo). No próximo semestre a previsão é que o crescimento seja de 6% em relação ao segundo semestre do ano passado.

O vice-presidente do segmento de bicicletas da Caloi, Cyro Gazola, informou que se o setor continuar aquecido mais postos de emprego serão criados. (Foto: Cyntia Blink/AM1)

O aumento nas vendas de motocicletas e bicicletas se contrapõe ao período de crise econômica e dos altos índices de desemprego, mas Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo entende que as oportunidades de créditos e a necessidade de ter um veículo são fatores que impulsionaram o resultado positivo para a indústria. “Fundamentalmente nossos negócios são através de compras parceladas ou consórcio, que representa quase um terço do volume de vendas, e a outra, quase que 40% , são por meio de financiamentos”, disse Fermanian.

Exportações

No mercado externo o salto não foi positivo devido a grande dependência das compras da Argentina. O país consome cerca de 70% da produção de motocicletas do Brasil e reduziu a demanda praticamente pela metade no período de janeiro a junho desse ano, isso afetou drasticamente o resultado das exportações, explicou o presidente da Abraciclo. ” A exportação caiu porque o nosso volume maior é encaminhado ao mercado da Argentina e foi um mercado que sofreu bastante dificuldades principalmente sociopolíticas e econômicas e isso tem afetado o mercado de consumo em geral e inclusive o segmento de motocicletas, como praticamente em 2018 mais de 70% das exportações eram para aquele país a gente sentiu isso de uma forma bastante acentuada”, disse Fermanian.

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