Bolsa sobe 2,7% após dois dias seguidos de perdas; dólar cai 1,2%

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27 de setembro de 2020
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Bolsa sobe 2,7% após dois dias seguidos de perdas; dólar cai 1,2%

Na segunda-feira, o dólar ganhou impulso principalmente por conta de um movimento de compra por parte de bancos

Bolsa sobe 2,7% após dois dias seguidos de perdas; dólar cai 1,2%
(Foto: Divulgação)

Depois de dois dias seguidos de perdas, o Índice Bovespa encerrou o pregão de terça-feira, 27, em alta de 2,74%, aos 87.891 pontos. Impulsionado por fatores internos, o índice subiu na contramão da queda do preço do petróleo e do fraco desempenho das bolsas de Nova York.

O desempenho foi puxado principalmente pelas ações da Petrobras, com as informações de que o projeto da cessão onerosa, que viabiliza um megaleilão de pré-sal, está avançando no Congresso. Havia previsão de que o projeto fosse votado nesta terça no Senado, mas ficou para esta quarta-feira, 28.

Para Ernani Teixeira, analista da Toro Investimentos, a melhora do Ibovespa reflete essencialmente a expectativa positiva com o cenário doméstico, dado o descolamento recente dos mercados internacionais. Ele chama a atenção para a expectativa de que o próximo governo acelere a agenda de privatizações. Não à toa que as ações do “kit Brasil” foram destaque no dia. Os papéis da Petrobras registraram alta de 3,39 (ON) e de 5,28 (PN). As ações da Eletrobras subiram 4,37% (ON) e 4,71% (PNB).

Lá fora, risco de uma nova rodada de tarifa dos EUA contra a China impôs relativa cautela nos mercados internacionais, com investidores mais temerosos sobre a trajetória do crescimento global. Em Nova York, os índices acionários oscilaram, com as ações da General Motors pressionadas por ameaças de Donald Trump de cortar subsídios.

Câmbio

Com a intervenção do Banco Central para segurar a cotação do dólar, a moeda americana terminou a terça-feira em queda de 1,24%, cotada a R$ 3,87. Nesta terça, Banco Central ofertou US$ 2 bilhões em um leilão de linha. Operadores ouvidos pelo Estadão/Broadcast atribuem o movimento a uma correção, após a alta tida como “exagerada” de segunda-feira, quando a moeda bateu os R$ 3,92 no quarto dia seguido de alta, atingido o maior patamar em quase dois meses. Os US$ 2 bilhões, que seriam ofertados em dois lotes, foram vendidos em uma única operação. Na segunda-feira, o dólar ganhou impulso principalmente por conta de um movimento de compra por parte de bancos, em antecipação ao calendário de envio de remessas por empresas ao exterior.

*Informações retiradas do Estadão

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