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Endividamento de famílias atinge o maior patamar da história, diz Banco Central

No primeiro mês deste ano, a taxa do endividamento das famílias com dívidas estava 51,7% da massa salarial
• Publicado em 29 de maio de 2021 – 12:40
geral032 contas_pessoais Foto: Marcos Santos/USP Imagens

O endividamento das famílias é crescente em meio à crise provocada pela pandemia da covid-19 e ao desemprego recorde. Com isso, o comprometimento da renda familiar atingiu patamar nunca antes visto, de 57,7% da massa salarial em fevereiro de 2021, conforme dados da nota mensal de estatísticas monetárias e de crédito divulgada pelo do Banco Central divulgados nesta sexta-feira (28/05).  É o maior patamar da série histórica do BC, iniciada em janeiro de 2005.

No primeiro mês deste ano, essa taxa do endividamento das famílias com dívidas estava 51,7% da massa salarial e esse indicador está acima de 50% desde julho de 2020. Desse total contabilizado em fevereiro, 30,3% responderam ao crédito imobiliário. No acumulado em 12 meses, o endividamento cresceu 8,9%.

Ao comentar os números da nota de crédito, o chefe do Departamento de Estatística do Banco Central, Fernando Rocha, destacou que os dados mensais são defasados porque usam a base de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para a comparação da massa salarial disponível.

Segundo ele, considerando os dados dessazonalizados, o comprometimento da renda das famílias passou de 31% para 30,7%, entre janeiro e fevereiro, no relatório do BC referentes ao mês de abril.  “O nível mais alto da série histórica para esse dado foi 30,8% em novembro de 2020″, acrescentou. Para esse indicador, a série tem início em março de 2005.

Conforme dados do Banco Central, o estoque em carteira do crédito ampliado para as famílias, somou R$ 2,5 trilhões em abril de 2020, o equivalente a 33% do Produto Interno Bruto (PIB).

*Com informações Correio Brasiliense

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