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Ex-secretária da Saúde diz na CPI que é ‘delirante’ defender tratamento precoce

A médica foi afastada do cargo após se manifestar contra o uso da cloroquina para o tratamento da covid-19
Da Redação – Portal AM1*
• Publicado em 02 de junho de 2021 – 11:46
Foto: Jefferson Rudy / Agência Senado

BRASÍLIA, DF – Em depoimento à CPI da Covid nesta quarta-feira (2), a médica infectologista Luana Araújo afirmou que discutir o tratamento precoce é “delirante, esdrúxula, anacrônica e contraproducente”. Luana foi nomeada secretária do Ministério da Saúde quando Marcelo Queiroga assumiu o cargo, no entanto, após se manifestar contra o uso da cloroquina, foi informada que não poderia ocupar o cargo.

“Essa é uma discussão delirante, esdrúxula, anacrônica e contraproducente. Quando eu disse que há um ano atrás nós estávamos na vanguarda da estupidez mundial, eu, infelizmente, ainda mantenho isso, nós ainda estamos aqui discutindo uma coisa que não tem cabimento. É como se a gente estivesse escolhendo de que lado da borda da terra plana a gente vai pular”, afirmou a médica.

Leia mais: Omar critica Nise Yamaguchi na CPI: ‘não acredite nela, vacina salva!’

O relator da CPI, o senador Renan Calheiros, questionou a ex-secretária se o tratamento precoce já foi assunto entre ela e o atual ministro da Saúde, que negou.

“O ministro Marcelo Queiroga é um homem da ciência. Todos nós somos a favor de uma terapia precoce que existe. Quando ela não existe, ela não pode se tornar uma política de saúde pública”, disse.

(*) Com informações do Uol

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