Fumantes têm mais chances de desenvolver problemas sexuais

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11 de julho de 2020
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Fumantes têm mais chances de desenvolver problemas sexuais

No campo da urologia, pesquisas recentes mostram que as chances de um fumante do sexo masculino ter impotência sexual são de até 85%, dependendo do tempo de dependência.

Fumantes têm mais chances de desenvolver problemas sexuais

Homens e mulheres fumantes têm o dobro de chances de desenvolverem, em longo prazo, problemas de desempenho sexual, como disfunção erétil e dificuldades em sentir prazer durante o ato, se comparados aos não fumantes.

De acordo com o cirurgião urologista da Urocentro Manaus, Giuseppe Figliuolo, isso ocorre porque o cigarro é composto por substâncias consideradas vasoconstritoras, as quais reduzem o fluxo sanguíneo, inclusive nos órgãos genitais.

No último dia 31, comemorou-se o Dia Mundial Sem Tabaco, uma iniciativa que busca conscientizar a população sobre os riscos ocasionados pelo tabagismo e reforçar a importância de se abandonar a dependência.

No campo da urologia, pesquisas recentes mostram que as chances de um fumante do sexo masculino ter impotência sexual são de até 85%, dependendo do tempo de dependência.

Problemas de circulação

A vasoconstrição é o processo de contração das fibras musculares dos vasos sanguíneos, provocando o estreitamento e a redução do fluxo.

Esse processo pode acarretar, entre outros problemas, no aparecimento de doenças cardiovasculares, como AVCs e as coronarianas, por exemplo.

“O tabagismo deixa as artérias entupidas e com pouca dilatação, diminuindo o fluxo nos vasos sanguíneos da estrutura peniana. È o mesmo que ocorre, por exemplo, com as coronárias com o consumo em longo prazo. O que deve ser considerado, nesses casos, é o consumo diário do cigarro”, explica Figliuolo.

Figliuolo, que é doutor em saúde coletiva, explica que para manter a ereção, o pênis precisa aumentar o fluxo sanguíneo.

Com a redução do fluxo, pode ocorrer a impotência sexual.

Outro fator que impacta na saúde sexual masculina é a ocorrência de hipertensão e do diabetes, ambos fatores que dificultam a ereção e que podem estar relacionados ao tabagismo.

Distúrbios psicológicos, doenças hormonais (queda de testosterona, problemas endócrinos), neuropatias (lesões na medula, mal de Alzheimer e Parkinson), também são fatores de risco para a disfunção erétil.

Tratamento

O tratamento para a disfunção erétil pode ser feito de forma medicamentosa, suporte psicológico, reposição hormonal e até ondas de choque de baixa freqüência.

A tecnologia de ponta denominada Aires Shock Wave, à base de ondas de choque extracorpóreas de baixa intensidade, é um dos tratamentos não invasivos e está disponível em Manaus.

O aparelho Dornier Aires, disponível na Urocentro, é utilizado para emitir estímulos por meio de ondas que ajudam a corrigir a disfunção erétil no tecido peniano e pélvico, resultando no aumento do fluxo sanguíneo, fator necessário para atingir e manter uma ereção suficiente para o desempenho sexual.

 

(*) Com informações da assessoria

Amazonas1 TV

Publicado por Amazonas1

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