Iniciado estudo sobre reações adversas no tratamento antimalárico

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2 de julho de 2020
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Iniciado estudo sobre reações adversas no tratamento antimalárico

A intenção é ter dados mais concretos para a implantação de um sistema de farmacovigilância, melhorando os serviços de saúde no atendimento à população

Iniciado estudo sobre reações adversas no tratamento antimalárico

Profissionais de saúde, iniciaram neste mês de novembro mais uma etapa de execução do estudo “Fortalecimento da Farmacovigilância e Adesão Terapêutica ao Tratamento Antimalárico na Região das Américas”.

O Brasil, assim como outros país da América, não tem informações sistematizadas sobre as reações adversas, “O tratamento para malária pode ocasionar sintomas como urina escura, olhos amarelados, tontura, entre outros. Mas o Brasil, assim como outros países da América, não tem informações sistematizadas sobre as reações adversas. Com a conclusão do estudo, a intenção é ter dados mais concretos para a implantação de um sistema de farmacovigilância, melhorando os serviços de saúde no atendimento à população”, informa o secretário municipal de Saúde, Marcelo Magaldi.

O trabalho operacional para a adesão ao estudo está sendo realizado por meio dos Distritos de Saúde (Disas) Norte, Sul, Leste, Oeste e Rural.

Casos

Entre janeiro e 5 de novembro deste ano, o município de Manaus registrou 5.392 casos de malária, com 28,3% de redução em relação ao mesmo período de 2018, quando houve o registro de 7.524 casos. A redução tem ocorrido em todas as zonas da cidade, na área urbana (Norte, Sul, Leste e Oeste) e na área rural (terrestre e fluvial), com destaque para a zona rural, que apresentou uma redução de 38,14% dos casos.

Estratégias

O controle da malária em Manaus é feito a partir de várias estratégias, de acordo com a realidade epidemiológica de cada zona da cidade, com busca ativa de pacientes com sintomas suspeitos da doença, diagnóstico precoce e tratamento oportuno, reduzindo o risco de transmissão. Também é feito o controle vetorial, que é o combate à proliferação do mosquito com a utilização de produtos como o biolarvicida.

(*) Com Informações da Semcom

Amazonas1 TV

Publicado por Amazonas1

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