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Prefeitura analisa necessidade de interdição da praia da Ponta Negra

A análise será realizada pelo Implurb e CPRM a partir das 7h e deve constatar se a praia se mantêm fechada ou não para banhistas


O Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb) e o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) começam, às 7h, da próxima quinta-feira, 8, uma análise na praia da Ponta Negra, zona Oeste de Manaus, para traçar um diagnóstico de segurança da região, em decorrência a vazante e de afogamentos no rio Negro, relatados pelo Corpo de Bombeiro Militar do Amazonas (CBM-AM). A Prefeitura de Manaus aguardará os laudos técnicos de órgãos de segurança para avaliar se há necessidade de interdição. De janeiro a outubro, 29 afogamentos foram registrados no local

Foto: Arlesson Sicsú / SEMCOM

No último domingo, 4, um adolescente de 17 anos sobreviveu ao passar cerca de 12 minutos submerso na praia. Segundo o Corpo de Bombeiros, o afogamento ocorreu em decorrência a um buraco no leito do rio.

Antes de tomar qualquer medida, o Implurb, que responde pela gerência do Complexo Turístico Ponta Negra, adotou mecanismos de vistoria, análise e medição da praia com o Corpo de Bombeiros, Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf). Todos já foram oficiados para apresentar laudos sobre as condições da praia perene.

Segundo a Cláusula 1 do TAC, parágrafo 3°, “a interdição automática do uso da praia ocorrerá sempre que os laudos e/ou relatórios a que se referem os parágrafos anteriores comprovarem que a praia encontra-se imprópria para o uso dos banhistas”.

“Vamos aguardar o resultado do laudo técnico para tomar as medidas, mas o cuidado é diário, porém existem excessos que tentamos orientar, tanto com bebida, como com crianças. Então, a população também tem que ter os cuidados que orientamos, principalmente, com as placas de sinalizações”, ressaltou o vice-presidente do Implurb, Telamon Firmino.

 

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