Relatório da intervenção no transporte é prorrogado por cinco dias

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Relatório da intervenção no transporte é prorrogado por cinco dias

A intervenção financeira nos transportes coletivos de Manaus completou 90 dias nesta quarta-feira e foi adiada após autorização de conselheiro do TCE-AM

Redução da frota tem causado superlotação em ônibus (Arquivo)

Após o prefeito Arthur Neto (PSDB) informar que iria prorrogar o prazo final da intervenção dos coletivos se possível até o fim de seu mandato, o Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) autorizou a prorrogação, por mais cinco dias, da apresentação da conclusão do relatório final, com ou sem juntada de documentação, a decisão sobre a cautelar será proferida. O pedido de prorrogação de prazo foi deferido pelo interventor Francisco Bezerra e o presidente da Comissão de Transporte, Mobilidade Urbana e Acessibilidade, vereador Rosivaldo Cordovil (Podemos).

A intervenção financeira nos transportes coletivos de Manaus, decretada pelo prefeito Arthur Neto, completou seus 90 dias nesta quarta-feira, 13, e foi adiada após autorização de Josué Filho, relator conselheiro do TCE-AM, para que os representantes da comissão possam se manifestar ainda nesta próxima semana. Para o Amazonas1, o prefeito informou que o relatório final desta intervenção deve ter uma “boa surpresa”, e disse estar satisfeito com o que foi feito até agora.

No decorrer dos levantamentos feitos sobre a intervenção a mudança sobre  pagamento da tarifa única nos ônibus foi alterada e será efetuado, exclusivamente, por meio eletrônico com a utilização de ‘smart card’. O prazo para iniciarem a modalidade de pagamento está prevista para o mês que vem, após o término do prazo de 60 dias para que as empresas adotem as medidas necessárias para o cumprimento.

Sobre essa medida implementada por Arthur Neto o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram) ajuizou um pedido de medida cautelar no TCE-AM, solicitando que a arrecadação do transporte coletivo volte a ser repassado às empresas, pois por  uma determinação do prefeito de Manaus, 60% dos pagamentos da tarifa está sendo recolhido pelo executivo municipal. 

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