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2 de dezembro de 2020
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Grupos prestam homenagem a professor decapitado por extremista

O professor havia mostrado aos seus alunos cartuns do profeta Maomé em uma aula sobre liberdade de expressão; atitude irritou pais muçulmanos

Grupos prestam homenagem a professor decapitado por extremista
Foto: GEORGES GOBET / AFP Newsletters

Uma 11ª pessoa foi detida neste domingo (18), disse a polícia francesa, enquanto autoridades investigam o assassinato de Samuel Paty, um professor de história que foi decapitado por um suposto islâmico em um ataque que chocou o país.

A revista satírica Charlie Hebdo, cujos escritórios foram atacados em um assassinato em massa há cinco anos, está entre os grupos que organizam uma homenagem a Paty em Paris.

Leia mais: Professor é decapitado após exibir caricaturas de Maomé

O professor, de 47 anos, foi morto na sexta-feira (16), em frente à sua escola em um subúrbio de Paris. O agressor – de 18 anos, nascido na Rússia e de origem chechena – foi morto a tiros pela polícia logo após o ataque.

O professor havia mostrado a seus alunos neste mês cartuns do profeta Maomé em uma aula sobre liberdade de expressão, irritando vários pais muçulmanos. Os muçulmanos acreditam que qualquer representação do profeta é blasfêmia.

(*) Com as informações da Agência Brasil

 

 

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