Fiscalização constata que mais 11 lotes de cerveja foram contaminados

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Fiscalização constata que mais 11 lotes de cerveja foram contaminados

A intoxicação dos lotes de cerveja artesanal pode ter provocado quatro mortes em Minas Gerais. Outras 14 pessoas estão internadas

Vigilância Sanitária retirou todos os produtos da cervejaria do mercado. Foto: reprodução internet

Mais 11 lotes de cervejas da Backer estão contaminados por dietilenoglicol, informou neste sábado, 18, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

No total, os exames já detectaram a presença da substância tóxica em 32 lotes de dez rótulos: Belorizontina, Capixaba, Capitão Senra, Pele Vermelha, Fargo 46, Backer Pilsen, Brown, Backer D2, Corleone e Backer Trigo.

A intoxicação pode ter provocado quatro mortes em Minas Gerais. Outras 14 pessoas estão internadas.

As vítimas apresentaram sintomas de síndrome nefroneural, que atinge os rins e o sistema nervoso, após beber cervejas da Backer.

A ingestão de dietilenoglicol pode causar a síndrome. A substância é às vezes usada no processo de refrigeração de cervejas e, em teoria, não entra em contato com a bebida.

Na sexta-feira, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) interditou todas as cervejas produzidas pela Backer cuja data de validade seja igual ou posterior a agosto de 2020. A medida vale para todo o país.

Todos os produtos fabricados pela Cervejaria Backer já estavam e continuam sendo retirados do mercado, por recolhimento feito pela própria empresa e por ações de fiscalização e apreensão dos serviços de fiscalização.

(*) Com informações da Veja 

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