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Mãe de bebê estuprada conta à polícia que ouvia vozes

A mãe foi conduzida para um centro de atendimento psicológico para ser medicada.


Com sinais de esquizofrenia, uma mulher de 41 anos, mãe de uma criança de um ano e um mês que morreu na manhã de quarta-feira, 20, em um shopping na Zona Leste de Manaus, contou à polícia em depoimento com acompanhamento de uma psicóloga que ouvia vozes e, que já tinha sido estuprada.

(Divulgação)

O depoimento foi acompanhado pela delegada Joyce Coelho, titular da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca). De acordo com a autoridade policial, a mãe da criança sofre de esquizofrenia e, está há meses sem tomar medicamentos.

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“Ela fala coisas desconexas e, disse ouvir tais vozes. Durante a conversa com acompanhamento de uma psicóloga, ela conta que já foi abusada sexualmente, mas não cita que a voz manda fazer. Estamos ouvindo depoimentos de familiares, pois todos os depoimentos serão protocolados ao inquérito policial. Até o momento, não temos nenhum suspeito”, garantiu a delegada Joyce Coelho ao Amazonas 1.

Entenda o caso

A pequena Sarah Raquel Melo de Oliveira, de um ano e um mês, morreu, por volta das 10h de quarta-feira (20) nas dependências do Ministério Público do Amazonas (MP-AM), situado em um shopping na avenida Autaz Mirim, no bairro Tancredo Neves, na Zona Leste de Manaus.

De acordo com a delegada Joyce Coelho, titular da Depca, a criança com síndrome de down chegou no colo da mãe praticamente sem vida com quadro de pneumonia. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas o bebê não resistiu.

“A criança chegou com grave problema de saúde no prédio do Ministério Público. Além do quadro de pneumonia, ela era cardiopata. Na ocasião, a mãe dizia a todo o momento que a filha havia sido estuprada. O laudo do Instituto Médico Legal confirmou a violência sexual, mas os abusos já aconteceram algum tempo. A causa da morte ainda não foi confirmada. Estamos investigando para elucidar o caso”, explicou a delegada Joyce Coelho.

A mãe foi conduzida para um centro de atendimento psicológico para ser medicada. Ela deve prestar um novo depoimento em torno do caso.

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