Manaus, 15 de julho de 2026
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Manaus, 15 de julho de 2026

Cidades

Após fechamento polêmico, o Bosque da Ciência reabre para o público

Na manhã desse sábado o Bosque da Ciência foi reaberto para visitação depois de uma semana conturbada

(Foto: divulgação/Assessoria)

Esta manhã, o Bosque da Ciência reabriu para visitação após o fechamento por falta de recursos para a manutenção. O espaço, administrado pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), no bairro de Petrópolis, Zona Sul de Manaus, voltou a receber visitas após o prefeito Arthur Neto (PSDB) assinar uma Carta de Intenção com as ações emergenciais. Agora, cabe à prefeitura ceder estagiários e bolsistas para recepcionar os visitantes e realizarem outras atividades necessárias para o funcionamento normal do Bosque da Ciência.

A reabertura incluiu cultura na agenda do Bosque da Ciência. Os visitantes puderam conferir o “Confluência – Festival de Arte e Ciência”, com o início da exposição “Irreversível”, no Paiol da Cultura, da artista Renata Padovan, com curadoria de Lilian Fraiji, e que conta com uma apresentação do cientista Philip Fearnside sobre a catástrofe de Balbina.

O Bosque da Ciência está aberto para visitação diariamente, exceto às segundas-feiras, de 9h às 16h, com intervalo de 12h às 14h. Ele está localizado na avenida Bem-te-vi, bairro de Petrópolis, Zona Centro-Sul, ao lado do Inpa. O espaço pode ser visitado inclusive por grupos escolares, oferecendo vasta riqueza de informações ambientais.

Encontro com a ciência

Palestra realizada no CEQUA, laboratório aberto ao público localizado no Bosque da Ciência (Imagem arquivo pessoal)

Para a coordenadora do Centro de Estudos dos Quelônios da Amazônia (CEQUA), Sabrina Menezes, as visitações são importantes, em um primeiro momento, para o encantamento com o mundo da ciência, em seguida, com a oportunidade de aprender mais. “A alfabetização científica, por exemplo, é um dos trabalhos desenvolvidos por mim em que consigo passar conceitos científicos sobre quelônios da Amazônia. No Bosque se trabalha com todas as espécies do menor micro-organismo ao maior. Por isso a Casa da Ciência foi reinaugurada, nela se trabalha com todos os grupos: répteis, anfíbios, peixes, aves e os mamíferos”.