Paulo Henrique Rodrigues da Silva, o "Galerinha", 22, foi preso em uma casa na rua Bagé, bairro Redenção. (Foto: Jhonny Lima/Amazonas1)
A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) fechou o caso do assassinato de Fabrício Marinho Rodrigues, 34, ocorrido no último dia dia 8 de julho, com a prisão de Paulo Henrique Rodrigues da Silva, o “Galerinha”, 22, anunciado em coletiva de imprensa na manhã desta terça-feira, 20, na sede da especializada, na zona Leste de Manaus.
A motivação do crime, conforme informou o titular da DEHS, delegado Paulo Martins, foi devido a perda de uma arma de fogo que estava com a vítima. Na época do homicídio, Fabrício empinava pipa com o filho, na comunidade Parque Santa Etelvina, bairro Lago Azul, zona Norte, quando Arnaldo Maik dos Santos Melo de Oliveira (que já está preso), Paulo Henrique e um comparsa o assassinaram com vários tiros.
Fabrício ainda chegou a empurrar o filho para que ele fugisse, conforme câmeras de seguranças instaladas próximas ao local do crime.
“Assim que tomamos conhecimento do crime, passamos a oitivar (ouvir) as testemunhas. Elas foram identificando alguns deles (assassinos). Prendemos o primeiro com dez dias de investigação e, consequentemente, a identificação dos outros dois envolvidos”, destacou Martins ao acrescentar que será questão de pouco tempo para prender o terceiro envolvido no crime.

Titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), delegado Paulo Martins (Foto: Jhonny Lima/Amazonas1
“Um está foragido, mas estamos no encalço dele e logo, logo, será preso também e colocado à disposição da Justiça”, pontuou.
O delegado ressalta que todos os envolvidos, criminosos e vítima, têm envolvimento com o tráfico de drogas e que cometiam crimes juntos. Ele considera o caso solucionado. “O homicídio está esclarecido, falta o último ser preso para encerrar o caso, para que a Justiça julgue os envolvidos”, explicou.
Paulo Martins ressalta que momento da prisão, Paulo Henrique não reagiu. Ele foi preso na própria casa, na rua Bagé, bairro Redenção, zona Centro-Oeste de Manaus.
“Geralmente quando percebem que vão ser presos, não reagem. Até porque se reagirem vai ter uma reação maior por parte da polícia e ia perder, sem dúvida nenhuma”, finalizou o delegado Paulo Martins.





