Manaus, 11 de julho de 2026
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Mundo

Buraco gigantesco na camada de ozônio se fecha no Ártico

O buraco havia atingido um tamanho recorde neste ano no Ártico. Fenômeno semelhante e de tamanha magnitude só havia ocorrido na primavera de 2011.

Foto: Reprodução Internet

Um buraco na camada de ozônio de tamanho recorde no hemisfério Norte desapareceu, segundo informações do Copernicus Atmosphere Monitoring Service, da Comissão Europeia.

Em seu perfil no Twitter, o órgão explicou aos seguidores que o sumiço não tem nada a ver com as quarentenas impostas para conter a pandemia de coronavírus.

“Basicamente, o buraco foi causado por um forte vórtex polar e sumiu porque o vórtex também sumiu”, disse.

O aparecimento dos buracos está relacionado a temperaturas muito baixas e à formação de nuvens estratosféricas polares.

Com o posterior aparecimento do sol, há reações químicas que provocam o buraco.

O buraco havia atingido um tamanho recorde neste ano no Ártico.

Fenômeno semelhante e de tamanha magnitude só havia ocorrido na primavera de 2011.

Na Antártida, esses buracos são mais comuns durante a primavera e são causados principalmente por atividades humanas.

O buraco na camada de ozônio da Antártida ocorre anualmente pelo menos nos últimos 35 anos.

O de 2019 foi um dos menores registrados nesse período.

No Ártico, pela maior proximidade com massa de terra e montanhas, o vórtex polar é menos intenso e as temperaturas não tão baixas.

No entanto, as temperaturas no começo de 2020 foram tão baixas que foi possível a formação das nuvens estratosféricas polares, o que resultou em uma grande perda de ozônio na região.

 

(*) Com informações da Folhapress