Felipe Simas, empresário da dupla Anavitória e ex-agente de Tiago Iorc, avaliou como incoerente o posicionamento do cantor sobre o desabafo de Ana Caetano ontem em uma live. Sem citar o nome de Tiago Iorc, a cantora lamentou que ele não tenha liberado os direitos autorais da canção “Trevo (Tu)” para um novo projeto da dupla.
Tiago Iorc não gostou da atitude da artista de levar a público uma questão que ele considerava privada. “Nessa sua atitude impensada de tornar isso público você não sabe da missa a metade”, disse o cantor em um vídeo publicado no Instagram, dirigindo-se à Ana, que é uma das compositoras da canção junto com ele.
Segundo o empresário, a relação entre Tiago Iorc e a dupla azedou em maio de 2018 ainda durante a gravação de “O Tempo É Agora”, o segundo disco da carreira de Anavitória, que foi produzido pelo cantor e por Moogie Canazio. O trabalhou venceu o Grammy Latino de Melhor Álbum Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa.
“Elas sabem da missa inteira”
Neste ano, Tiago Iorc também rompeu a parceria com Felipe Simas e está gerenciando a carreira dele com um escritório próprio.
“Quando ele saiu da empresa foi resolvida a situação. Só que quando chega essa notícia soa como retaliação. Prejudicá-las só pelo fato de elas serem empresariadas pela mesma pessoa com quem ele rompeu?”, questiona o empresário sobre a não liberação de “Trevo (Tu)”. Felipe Simas não vê outro motivo para Tiago Iorc não liberar a música para o outro projeto, já que como um dos autores ele também receberia os direitos autorais da nova versão.
https://twitter.com/simasfelipe/status/1271958822509297664
O empresário ainda se diz bastante incomodado com as acusações de Tiago sobre o escritório supostamente não repassar informações à dupla. “Jogar a culpa no escritório é muito fácil. Falar que elas não sabem da missa a metade? Elas sabem da missa inteira. Nós conversamos sobre absolutamente tudo”, garante.
“Ele é uma figura pública, tem 3 milhões de seguidores, e precisa ter responsabilidade com as palavras dele. É muito bom que ele esteja extremamente embasado sobre o que está falando. Porque isso eu não vou conversar na imprensa ou de qualquer outra maneira que não num foro judicial. Pois é lá que esse tipo de questão deve ser discutida. É gravíssimo o que ele fez.”
*Informações Folhapress





