Informações falsas estão sendo compartilhadas via aplicativo de mensagem Foto: Arquivo Secom
Após a divulgação, nesta sexta-feira, 19, de carta aberta, onde denunciam o atraso na implementação do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração – PCCR, o qual deveria ter sido aprovado e aplicado em 2012, servidores do Fundo Previdenciário do Estado do Amazonas (Amazonprev), não descartam a possibilidade de greve caso não sejam atendidos pelo governador do Estado, Amazonino Mendes (PDT).

“Não temos a intenção de prejudicar os pensionistas e nem os aposentados do nosso Estado. Mas precisamos ser ouvidos pelo governador. Outras categorias foram ouvidas e atendidas, porque a nossa não pode? Nossa carta é apenas uma das primeiras medidas mais drásticas que tomaremos. Caso não tenhamos acesso ao governador, vamos recorrer aos meios jurídicos e a greve sim”, ressaltou servidor que não quis se identificar.
Na carta, os servidores explicam que o processo que trata do PCCR da Amazonprev está tramitando desde 2012, e devido ao seu grande número de páginas, no ano de 2017 a Casa Civil o desmembrou e atualmente ele está tramitando sob o número 006.667/2017, encontrando-se totalmente instruído para apreciação do governador.
Eles, ainda, descrevem na carta que além de não possuírem uma estrutura funcional – PCCR, encontram-se com seus valores remuneratórios totalmente corroídos – desde 2014 – fruto da inflação acumulada. E que a aprovação do PCCR dos servidores da Fundação Amazonprev não acarretará em nenhuma despesa adicional ao Estado do Amazonas.





