Foto: reprodução internet / Doria e Bolsonaro
SÃO PAULO, SP – O governador de São Paulo, João Doria (PMDB) e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL) trocaram farpas nas redes sociais na tarde desta quarta-feira (26), logo após aprovação de requerimentos que convocam governadores a depor na Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid-19.
No Twitter, Eduardo alfinetou Doria perguntando se ele ia à CPI. Na publicação, o filho do presidente Jair Messias Bolsonaro (sem partido) postou uma reportagem que falava que o governador de São Paulo ainda não havia comprado os medicamentos dos “kits de intubação”, que custaram R$ 9 milhões e escreveu: “Vai para a CPI também?”.

Por sua vez, Doria chamou Eduardo Bolsonaro de “Bananinha”, de produzir fake news e cloroquina. Doria disse que quem “não deve não teme”, nem a CPI e nem o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), alfinetando Eduardo, que também é investigado na CPMI das Fakes News.
“Bananinha, enquanto você produz fake news e cloroquina, com esse ovo vamos produzir 2 doses da Butanvac. Podem me chamar na CPI que vou. Quem não deve, não teme. Não foge de CPI nem do COAF”, tuitou Doria.
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Falando dos medicamentos dos kits de intubação, Doria escreveu que está fazendo o que o pai de Eduardo, o presidente Bolsonaro, não fez e, ao final, ironizou mandando abraços e um emoji com uma calça, simbolizando o apelido dado pelo presidente a Doria, que é “calça apertada”.
“Sobre os kits intubação, estamos fazendo aqui o trabalho que o papai não fez”, escreveu Doria, mandando abraços.






