Melo foi preso pela segunda vez no dia 31 de dezembro. Edilene foi presa nesta quinta (4) (Foto: Secom e TJAM/Montagem Amazonas1)
Uma das determinações do acolhimento parcialmente a ordem de habeas corpus ao ex-governador do Amazonas, José Melo e a ex-primeira-dama, Edilene Oliveira, presos na Operação Maus Caminhos, por desvios de dinheiro público da Saúde, pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), na tarde desta terça-feira, 17, foi o uso para os dois de dispositivo eletrônico de monitoramento.

Melo foi preso pela segunda vez no dia 31 de dezembro. Edilene foi presa nesta quinta (4) (Foto: Secom e TJAM/Montagem Amazonas1)
A justiça ainda determinou a Melo e a esposa o pagamento de fiança, fixada em 200 salários mínimos o que equivale a R$187,4 mil para cada.
Leia também:
José Melo e esposa deixam a prisão até esta quarta-feira
Segundo a decisão do TRF1, somente após o recolhimento ou a garantia do valor da fiança é que a ordem de liberdade será cumprida, ficando ao encargo da justiça a disponibilidade para instalação do dispositivo de monitoramento eletrônico.
Prisões
O ex-governador, cassado por compra de votos em maio de 2017, foi preso no dia 21 de dezembro, na segunda fase da Operação Maus Caminhos, batizada de Estado de Emergência, e solto no dia 26 por decisão do juiz federal Ricardo Salles, da 3ª Vara da Justiça Federal no Amazonas, que revogou a prisão temporária.
No dia 31, na véspera de ano novo, ‘Velhinho’ (como é conhecido entre seus aliados) foi preso novamente. A juíza Ana Paula Serizawa, relatora da Maus Caminhos, acatou recursos do Ministério Público Federal do Amazonas (MPF-AM).
No dia 4 de janeiro, a juíza Jaiza Fraxe decretou a conversão da prisão temporária em preventiva – ou seja, Melo agora não tinha prazo para deixar a cadeia –, além de decretar também a prisão da ex-primeira dama, Edilene Gomes de Oliveira.





