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‘Bolsonaro tem medo do que Barros pode revelar’, afirma senador suplente da CPI

A declaração foi dada pelo senador Rogério Carvalho (PT-SE), durante entrevista à Globonews nesta quarta-feira (1º)
Da Redação – Portal AM1*
• Publicado em 01 de setembro de 2021 – 09:55
'Bolsonaro tem medo do que Barros pode revelar', afirma senador suplente da CPI
Foto: Marcelo Camargo

BRASÍLIA, DF – O senador Rogério Carvalho (PT-SE), suplente da CPI da Covid, disse que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) é movido pelo medo. Em entrevista à GloboNews, Carvalho disse ainda, que o presidente teme o que o líder do governo da Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), pode revelar.

“O presidente é movido por medo. Ele sabe que o Ricardo Barros conhece todo o esquema de operação dentro do governo dele, esquemas que foram revelados pela CPI. Barros conhece bem tudo isso”, disse o senador.

Ainda segundo Rogério Carvalho, Bolsonaro “tem medo da CPI” e “medo de ser preso em função dos crimes de responsabilidade e crimes comuns que eles produziram”.

“O medo é o principal inimigo do presidente e o responsável por essa tensão que tem jogado o Brasil, o atraso geral neste momento pela postura autoritária de produzir conflito”, completou.

Leia mais: Justiça do Rio determina quebra dos sigilos bancário e fiscal de Carlos Bolsonaro

Barros na CPI

O nome de Ricardo Barros surgiu durante os trabalhos da CPI a partir do depoimento do deputado federal Luis Miranda (DEM-DF).

De acordo com as versões de Miranda e do irmão, o servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) teria dito a eles após ser alertado de problemas contratuais no processo de aquisição do imunizante indiano: “Isso é coisa de um fulano”.

Na comissão, as testemunhas declararam que “fulano” era uma referência a Barros, possível articulador de esquema que visava atropelar procedimentos burocráticos e acelerar a importação da Covaxin.

O acordo em questão foi assinado em fevereiro deste ano ao custo de R$ 1,6 bilhão, mas nenhum imunizante chegou a ser entregue. Após indícios de irregularidades, o contrato foi cancelado.

Segundo Luís Miranda, houve pressão interna para que as tratativas fossem aceleradas. A conversa com o presidente teria acontecido em 20 de março.

O líder governista nega ter cometido qualquer irregularidade e tem se colocado como vítima de uma disputa política.

As negociações envolvendo a vacina Covaxin constituem uma das principais linhas de investigação da CPI da Covid.

(*) Com informações da UOL

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