Jair Bolsonaro voltou a exaltar, nesta quinta-feira,25, Humberto Castelo Branco por ter criado a Zona Franca de Manaus em 1967. O presidente falou sobre a potência da região amazônica durante a premiação no Colégio da Polícia Militar, nesta quinta-feira,25.
Em seu discurso, Bolsonaro destacou que a região é a “mais rica do planeta Terra” e que pode ser a “alma econômica” do Brasil. “Ao casar desenvolvimento com preservação ambiental, nós seremos a alma econômica do Brasil. Aqui tem tudo para alavancar o País ao local de destaque que ele merece”, declarou.
Ainda segundo o presidente, a região amazônica possui todos os recursos para elevar a economia brasileira. “Temos biodiversidade, riquezas minerais, água potável, grandes espaços vazios, áreas turísticas inimagináveis, para alavancar nossa economia partindo daqui”, defendeu Bolsonaro, e continuou, “E nesse grande momento, não podemos deixar de homenagear Castelo Branco. Se me permite uma salva de palmas”, disse ao relembrar a criação da Zona Franca.
Por fim, Bolsonaro disse ainda que pede a Deus, “além da humildade que possui”, capacitação para conduzir o Brasil ao lado “das pessoas maravilhosas” que compõe seu governo.
Ao contrário do presidente, o ministro da Economia, Paulo Guedes, não parecia confortável no evento e foi um dos primeiros a sair do local. Guedes apenas acenou com símbolo de “paz e amor” e evitou falar com a imprensa.
Castelo Branco
Antes da viagem a Manaus, Bolsonaro fez questão de defender o golpe militar ao destacar que Castelo Branco criou a ZFM, durante um evento sobre a liberação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), realizado na última quarta-feira(24).
O general Humberto Castelo Branco foi eleito pela Câmara dos Deputados, em abril de 1964, após a presidência ter sido declarada como “vaga” devido a deposição de João Goulart. Ele foi o primeiro presidente da Ditadura Militar, que durou 21 anos.





