(Foto: Divulgação/ redes sócias/ Policia Civil)
Manaus (AM) – José Máximo de Oliveira, proprietário da clínica veterinária envolvida na suspeita de fornecimento ilegal de cetamina para a família de Djidja Cardoso, se apresentou voluntariamente na tarde deste sábado (8), ao 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP), por volta das 14h, em Manaus.
Máximo teve a prisão decretada na sexta-feira (7) após ser intimado a depor em três ocasiões distintas, sem comparecimento a nenhuma delas.
No mesmo dia, dois funcionários da clínica da família Cardoso foram detidos sob a acusação de auxiliar Máximo na suposta tentativa de obstrução de provas. A suspeita é de que a clínica veterinária, irregularmente, fornecia cetamina para 0 grupo, uma substância de uso controlado.
Até o momento, a defesa de José Máximo não se pronunciou oficialmente sobre o caso.
Conforme a polícia, o grupo coletava a droga em clínicas veterinárias e realizava a distribuição do fármaco entre os funcionários da rede de salões de beleza onde Djidja era sócia.
Caso Djidja Cardoso
No cento das investigações que envolvem a morte da ex-sinhazinha do Garantido, Djidja Cardoso, encontrada morta no último dia 28, em Manaus, a rede de salões de beleza da qual ela era sócia, Belle Femme, além da atividade principal registrada para “cabeleireiros, manicure e pedicure”, possui inscrição secundária para “atividades veterinárias”.
Até o momento se encontram presos Ademar Farias Cardoso Neto, 29 anos; a mãe de Djidja, Cleusimar Cardoso Rodrigues, 53 anos; Verônica da Costa Seixas, 30 anos; Bruno Roberto, ex-namorado de Djidja Cardoso e seu personal trainer Hatus Silveira. Eles foram detidos no âmbito da Operação Mandrágora, que investiga uma suposta “seita” em Manaus, que promovia “rituais” para fornecer e incentivar o uso de quetamina.
A maquiadora e funcionária do Salão Belle Femme, Claudiele Santos da Silva, também teve a prisão decretada e, posteriormente, convertida para domiciliar.
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