O MP de Minas Gerais abriu inquérito para apurar o caso. (Foto: Reprodução)
O Partido Social Cristão (PSC), por meio do seu ex-presidente nacional, Vitor Jorge Abdala Nósseis é suspeito de usar dinheiro de fundação ligada ao partido para pagar prostitutas. Em uma gravação, o ex-dirigente admite ter usado verbas públicas recebidas via Fundo Partidário para manter relações sexuais com mulheres. A gravação foi anexada pelo próprio PSC na prestação de contas de 2017 entregue ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O MP de Minas Gerais abriu inquérito para apurar o caso. (Foto: Reprodução)
O ex-presidente diz na gravação: “Eu tô vendo uma fofoca … Diz que eu dei dinheiro, né? Eu dei dinheiro da fundação pra comer as puta (sic)… Conversa dela. Falei ‘dei mesmo e comi’. Qual o problema? E agora? Vai fazer o que comigo? Dei, mas elas se formaram. Recuperei elas todas pra vida. Ce vê (sic), a Samantha é uma mesmo. A Keila é outra. Tem umas três na Europa. Já viraram, tudo virou gente. – Formaram, tem mais de vinte”.
Vitor Jorge era vice-presidente da Fundação Instituto Pedro Aleixo e foi presidente de honra do PSC nacional, mas terminou expulso do partido. Na gravação não são citados valores.
A atual direção do partido foi quem provocou um procedimento preparatório sobre o assunto e a Justiça Eleitoral tornou a gravação pública. O Ministério Público de Minas Gerais foi quem abriu o procedimento preparatório para investigar o caso, conforme cópia encaminhada pelo PSC à Justiça Eleitoral.
(*)Com informações do UOL





