Um garçom se negou a deixar facção usar sua residência para o tráfico de drogas e foi esquartejado e carbonizado, as informações dão conta de que a negativa motivou a violenta execução de Alexandro Cunha, de 32 anos. O crime aconteceu em Picada Café, no Rio Grande do Sul e foi filmado pelos criminosos.

Segundo a Polícia de Nova Petrópolis, que estão responsáveis pela investigação, a morte deve ter acontecido entre os dias 1 e 2 de julho e a principal prova da polícia foi um celular apreendido na residência da vítima.
Os assassinos esquartejaram e depois queimaram o corpo de Alexandro e filmaram tudo, o que é uma atitude típica de facção, uma forma de mostrar quem manda.

No vídeo, os assassinos se vangloriam, dizendo que vão atirar o que sobrou no Rio Cadeia, que corta Picada Café.
No vídeo, eles também relatam como se estivessem fazendo uma prestação de contas para o líder da facção. “Dizem que o serviço foi bem-feito”.
Na residência, os policiais apreenderam uma faca com sangue e uma pá, que podem ter sido utilizados no crime. Os restos mortais não foram localizados.
*Informações retiradas do Jornal ODiario





