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Mais imposto é tiro no pé, diz presidente do Centro das Indústrias do Amazonas

• Publicado em 04 de abril de 2017 – 05:14
\a e Wilson Périco Alberto César Araújo/Aleam)
Ele diz que “criar mais imposto, neste momento de agonia pela sobrevivência, sejam quais forem os argumentos, é dar um tiro no pé, e com pé destruído ninguém caminha”. ( Foto: Alberto César Araújo/Aleam)

Repetindo duas vezes a frase “Mais imposto não”, o presidente do Centro da Indústria do Estado do Amazonas (Cieam) e vice-presidente da Technicolor para a América Latina, Wilson Périco, em seu último artigo no Infomoney fez severas críticas ao aumento de impostos. Segundo ele, “enquanto os dados da Receita Federal confirmam que o Amazonas, através das empresas incentivadas da Zona Franca de Manaus, recolhe metade de todos os impostos federais da Região Norte, o portal da Secretaria de Estado da Fazenda- Sefaz revela que a indústria de Manaus recolheu aos cofres do Estado, nos últimos 5 anos, R$ 7,2 bilhões, apenas para os fundos da UEA, FTI e FMPES, ou seja, patrocínio integral da Universidade do Estado do Amazonas, o turismo e a interiorização do desenvolvimento, e expansão das pequenas e médias empresas”.

Ele diz que “criar mais imposto, neste momento de agonia pela sobrevivência, sejam quais forem os argumentos, é dar um tiro no pé, e com pé destruído ninguém caminha”. E que, no Brasil, há uma jornada de superação a cumprir. “Surge nesta crise a oportunidade singular de construir novos tempos de prosperidade. Jamais baseados em mais imposto e sim em parcerias empreendedoras, flexíveis e desburocratizadas.  A gestão dos fundos padece de gestão competente e de acordo com o que diz a Lei. Entendemos a necessidade emergencial de usar fundos de fomento para custeio, mas isso tem que ser exceção e não regra. Trabalhar 5 meses por ano para custear a máquina pública não faz sentido”, afirma.

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