(Foto: divulgação/ses-am)
Manaus (AM) — Mais uma vez, Manaus amanhece, nesta quinta-feira (19), com a qualidade do ar péssima e insalubre. Os dados são do Sistema Eletrônico de Vigilância Ambiental (Selva), da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), que apontou a qualidade como pouco saudável e insalubre, por volta das 6h30 e logo indicou muito ruim e péssima.

Cabe ressaltar que, de junho até o dia 15 de setembro, mais de 14,1 mil focos de incêndio já foram combatidos pelo Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM). Sendo, 1.543 incêndios na capital e 12,6 mil no interior do estado, conforme informações do Estado.
O órgão lembra que a série de queimadas bateu recorde no ano de 2022, com 21.217 queimadas. É a fumaça gerada pelas queimadas e incêndios florestais uma das principais causas da poluição do ar.
Com isso, diversos municípios manifestam a qualidade do ar como péssima, muito ruim, ruim e moderada, apontou a Defesa Civil do Estado.
A poluição atmosférica afeta diretamente no aumento de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG); imclusive, no Amazonas, até a última segunda-feira (16), já foram registrados 3.513 casos notificados segundo a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS).
Além agravar doenças como asma, bronquite, e outras condições pulmonares, ainda provoca irritação nos olhos e nariz.

Áreas na região oste da capital amazonense foram as que o mapa demonstra pior qualidade do ar, com classificação de perigo para a saúde, principalmente de crianças e idosos e pessoas com doenças crônicas, suscetíveis a problemas de saúde relacionados à poluição do ar.
É recomendado usar máscaras para filtrar partículas, evitar exposição ao ar poluído e beber bastante água.

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