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MPF pede que Sikêra pague R$ 10 mi de multa por atacar comunidade LGBTQIA+

O apresentador Sikêra Júnior ligou a orientação sexual a crimes praticados contra as crianças
Da Redação – Portal AM1*
• Publicado em 29 de junho de 2021 – 14:09
sikêra
Foto reprodução Instagram
MANAUS – Após a polêmica envolvendo o comentário de mais de cinco minutos sobre a propaganda de uma rede de fast food sobre a inclusão LGBT feita por crianças, o apresentador Sikêra Júnior foi ajuizado, junto da Rede TV, com uma ação civil pública do Ministério Público Federal (MPF), pela prática de homofobia depois de chamar homossexuais de “raça desgraçada”.
O apresentador ligou a orientação sexual a crimes, sugerindo que casais gays adotam crianças para atos de pedofilia.
“A criançada está sendo usada. Um povo lacrador que não convence mais os adultos e agora vão usar as crianças. É uma lição de comunismo: vamos atacar a base, a base familiar, é isso que eles querem. Nós não vamos deixar”, disse no comentário.
A campanha lançada pela rede internacional de fast food tinha como foco o respeito à diversidade e foram utilizadas crianças para as mensagens contra homofobia.
“Vocês são nojentos. A gente está calado, engolindo essa raça desgraçada, mas vai chegar um momento que vamos ter que fazer um barulho maior. Deixa a criança crescer, brincar, descobrir por ela mesma. O comercial é podre, nojento”, completou Sikêra.
Na ação do MPF, o pedido a Rede TV e ao apresentador Sikêra Júnior é de uma condenação ao pagamento de R$ 10 milhões a título de indenização por danos morais coletivos à comunidade LGBTQIA+.
A indenização não é a única ação solicitada a emissora e ao apresentador, exclusão do programa e retratação também estão sendo solicitadas.
“Exclusão da íntegra do programa objeto da presente ação que foi veiculado em 25 de junho de 2021 de seus sites e redes sociais e que tanto a emissora como seu apresentador sejam obrigados a publicar retratação pelos mesmos meios e mesmo tempo e em idêntico horário, especificando tratar-se de condenação judicial imposta nos autos da ação, devendo a referida postagem permanecer nos sites da empresa ré pelo prazo mínimo de um ano”.
A repercussão negativa do trecho do programa nas redes sociais fizeram que as empresas  MRV, TIM e HapVida suspendessem o patrocínio ao programa de Sikêra.
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