(Foto: Divulgação/SSP-AM)
Manaus (AM) – A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) informou, nesta quinta-feira (16), que ainda não há elementos técnicos que comprovem que a morte de um idoso tenha sido causada pela inalação de monômero de estireno após o vazamento de gás registrado em uma indústria do Distrito Industrial de Manaus, na tarde de quarta-feira (15).
De acordo com a corporação, o paciente, que apresentava diversas comorbidades, procurou atendimento em uma das unidades de saúde mobilizadas para receber pessoas com sintomas relacionados ao incidente. Posteriormente, ele morreu.
Segundo a Polícia Civil, o laudo preliminar aponta outras possíveis causas para o óbito. A instituição destacou que a investigação continua em andamento e que a confirmação da causa da morte dependerá da conclusão dos exames periciais.
Durante coletiva de imprensa realizada na manhã desta quinta-feira, o Governo do Amazonas atualizou o balanço da ocorrência e informou que 107 pessoas procuraram atendimento médico em decorrência da exposição ao gás.
Desse total, 104 pacientes receberam alta após avaliação médica, três permanecem internados em observação e um paciente morreu. O caso do idoso segue sendo investigado pelas autoridades para esclarecer se existe ou não relação entre o óbito e a exposição ao monômero de estireno.
O vazamento ocorreu em uma unidade petroquímica localizada no Distrito Industrial de Manaus e mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) e demais órgãos estaduais.
As investigações sobre as causas do acidente e os impactos do vazamento à saúde da população e ao meio ambiente continuam em andamento. A Polícia Civil reforçou que qualquer conclusão sobre a causa da morte somente será divulgada após a finalização da perícia.
LEIA MAIS:





