A ministra Rosa Weber, do STF (Supremo Tribunal Federal), concluiu às 19h30, horário de Brasília, seu voto contra o pedido de habeas corpus preventivo ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, formando um placar de 4 a 1 contra o petista.

O julgamento ainda não acabou, mas os votos dos outros juízes já são conhecidos por declarações anteriores deles.
Isso significa que a corte deve negar o pedido da defesa, o que deixa Lula sujeito a ter a prisão decretada pelo juiz Sergio Moro com o esgotamento dos recursos no TRF-4, em Porto Alegre. Bastam formalidades para isso ser sacramentado na corte regional.
Durante uma hora de voto, Rosa Weber falou em manter a “coerência”, já que deu decisões parecidas em outros casos do tipo desde 2016, quando o Supremo decidiu que pode haver a prisão de condenados em segunda instância sem desrespeitar o princípio da presunção da inocência.
“Eu enfrento este habeas corpus nos exatos termos que fiz em todos os outros que desde 2016 me tem sido redistribuídos, reafirmando que o tema de fundo, para quem pensa como eu, há de ser sim revisitado”, disse a ministra.





