Os servidores da Secretaria de Estado de Saúde (Susam) realizam neste sábado, 7, reuniões das categorias para discutir a proposta do Governo do Estado apresenta, na quinta-feira (5), na Mesa Estadual de Negociação Permanente do SUS. As categorias devem elaborarem contrapropostas ao governo.

Os principais pontos da proposta são a reposição salarial referente às datas bases de 2018 e 2017, a partir de maio. As datas bases de 2016 e 2015, que não foram cumpridas por administrações passadas, a proposta é que sejam pagas de forma escalonada, a partir do próximo ano, fixadas em lei. Além disso, o governo propôs aumentar o auxílio alimentação, de R$ 220 para R$ 320, a partir de junho, mantendo-o no contracheque.
A proposta do Governo é cumprir a data base de 2018, a partir de 1º de maio, com o percentual de 2,80% (IPCA fev/2018) ou 3% (IPCA estimado) e a data base retroativa de 2017, não cumprida pela gestão anterior, no valor de 4,08% (IPCA abril/2017). Além disso, está na proposta da Susam fixar em lei o cumprimento das datas bases retroativas de 2015 e 2016, respectivamente, nos valores de 8,17% e 9,27%, com escalonamento de quatro anos, a partir de 2019.
O governo também está propondo o enquadramento dos servidores no Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR), com a progressão funcional, que não vinha ocorrendo. Neste sentido, foi apresentada a minuta de uma portaria, para a criação da comissão permanente de Avaliação Periódica de Desempenho (APD) e Avaliação Especial de Desempenho (AED).
Insatisfeitos
No entanto, o representante do Movimento Organizado dos Trabalhadores da Saúde do Amazonas (Mots-AM), Ronaldo Amazonas, a proposta do governo é imoral em relação as outras propostas apresentadas para as categorias do Policiais civis, militares e professores.
“Essa proposta foi imoral, jogou muito para baixo daquilo que pedimos. Por isso, é uma proposta imoral, indecente e discriminatório em relação as outras categorias”, pontuou Ronaldo.





