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Após rejeitar em assembleia geral realizada na tarde desta quinta-feira, 5, a contraproposta da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) de 15,53% de reajuste salarial, os professores votaram pela a contraproposta de 27,5% de reajuste salarial. Mais de 8 mil professores estiveram reunidos na Arena Amadeu Teixeira.

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O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam) deve apresentar até está sexta-feira, 6, a contraproposta ao governo. A categoria pede que os 27,5% pagos até o fim de 2018. O valor é referente às perdas salariais de 2015, 2016, 2017 e 2018.
Contraproposta do governo
Ontem, durante coletiva o secretário apresentou a contraproposta de reajuste salarial de 15,53%. Sendo 7,41% referente aos anos de 2017 e 2018, retroativos a 1º de março e 8,12% referente a data base de 2015, pagos a partir de 1º de setembro deste ano.
Foi apresentado, também, a promoção vertical para 3.516 professores e pedagogos do interior e da capital amazonense, que concluíram pós-graduação nos últimos cinco anos. Aumento do auxílio- alimentação para R$ 420 para todos os professores e de R$ 220 para os servidores administrativos que não recebiam; a eliminação do desconto dos 6% do vale transporte e ainda a garantia que nenhum servidor da pasta terá desconto no salário pelos os dias que não trabalharam durante a greve.
Contra o tempo
A categoria e a Seduc têm até está sexta-feira, 6, para chegar a um acordo, uma vez que a partir de sábado (7) a Lei eleitoral 9504/97, proíbe reajustes do funcionalismo público acima da inflação acumulada no ano faltando seis meses para a eleição até a posse dos eleitos.





