(Foto: Reprodução/Facebook)
Em assembleia geral, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam), rejeitou a contraproposta de 15,53% do secretário de Educação, Lourenço Braga. Mais de 8 mil professores estiveram reunidos na tarde desta quinta-feira,05, na Arena Amadeu Teixeira.

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Ontem, durante coletiva o secretário apresentou a contraproposta de reajuste salarial de 15,53%. Sendo 7,41% referente aos anos de 2017 e 2018, retroativos a 1º de março e 8,12% referente a data base de 2015, pagos a partir de 1º de setembro deste ano.
Foi apresentado, também, a promoção vertical para 3.516 professores e pedagogos do interior e da capital amazonense, que concluíram pós-graduação nos últimos cinco anos. Aumento do auxílio- alimentação para R$ 420 para todos os professores e de R$ 220 para os servidores administrativos que não recebiam; a eliminação do desconto dos 6% do vale transporte e ainda a garantia que nenhum servidor da pasta terá desconto no salário pelos os dias que não trabalharam durante a greve.
‘Chegamos ao limite’
Essas foram as palavras de Lourenço Braga, após anunciar a “última” contraprospota de 15,53% do Governo do Amazonas para a categoria. De acordo com o secretário, o valor é o limite absoluto para não ultrapassar o limite de 49% de gastos que limita a lei de responsabilidade.





