Katia Schweickardt é a secretária da Semed (Foto: Mário Marinho/Semcom)
Manaus – Durante uma conversa gravada pela professora Eglê Wanzeler, a subsecretária Municipal de Educação, Euzeni Trajano, confirmou que a Semed realiza pagamentos indevidos aos chamados “apadrinhados políticos”. As informações foram publicadas no site Observatório Manaus.

Katia Schweickardt é a secretária da Semed (Foto: Mário Marinho/Semcom)
No áudio, a professora questiona o motivo de terem retirado sua carga dobrada e Euzeni justifica dizendo que a professora teria vínculos de 40 horas semanais com outra instituição, o que, com a carga dobrada na Secretaria, ultrapassava às 60 horas semanais permitidas pela Lei n. 1.126/2007, dentro de funções públicas.
“Não tinha conhecimento da ilegalidade da situação, pois já tinha recebido outras funções especiais do magistério e sempre trabalhei todas as horas acumulas” afirma a docente.
A professora também faz parte da Coordenação do Movimento que pede transparência no Fundeb, “Fundeb para Todos”.
No áudio, Euzeni deixa a entender que foi a perseguição promovida por Eglê à Secretária da Semed, Kátia Schweickardt, que realmente motivou a retirada da sua carga dobrada.
Segundo a professora, outras pessoas continuam trabalhando com carga dobrada na Semed e trabalham em outras instituições, como é o caso do pedagogo Weider Bindá, que trabalha com a carga dobrada pela pasta e, além disso, recebe o pagamento de Função Especial do Magistério (FEM), já que é chefe da gerência de educação de jovens e adultos. Weider é amigo pessoal da subsecretária da Semed.





