São verbas indenizatórias e adicionais fora do teto que coloca o Brasil no topo de um ranking internacional de custos do alto funcionalismo.
Especialistas alertam para riscos de premiar procuradores com bônus semelhantes aos da iniciativa privada sem os mesmos encargos.
Valor extrateto saltou de R$ 7 bilhões para R$ 10,5 bilhões em um ano.