Mercado imobiliário de Manaus sofreu uma queda com a crise econômica, mas agora volta a aquecer com a iniciativa do governo federal de reduzir juros. (Foto: Reprodução Internet)
A queda de juros imobiliários, implementada pela Caixa Econômica Federal (CEF), no dia 10 de junho, é um dos grandes atrativos para as pessoas que estão em busca de um imóvel e tiveram esse desejo postergado pelo cenário macroeconômico. Além de baixar os juros, o banco estatal, principal fomentador da aquisição de imóveis no País, também oferece novas alternativas para a renegociação de financiamentos de imóveis em atraso.
Duas boas notícias, comemoradas não apenas pelos consumidores, mas também pelos setores imobiliários e da construção civil.
De acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias na Construção Civil do Amazonas (Sinduscon-Am), Frank Souza, a redução de juros, além de ampliar as ofertas de créditos imobiliários em condições competitivas do mercado, colabora para a retomada de investimentos no setor, com a criação de empregos, e geração de renda. “Com juros mais baixos, a expectativa aumenta, é bom para todas as pessoas que desejam financiar seu imóvel em longo prazo, a demanda de procura cresce com a queda de juros e novos empreendimentos também”, disse.
Para o empresário Marco Bolognese, dono da construtora Patrimônio, a queda dos juros é excelente, elas irão fazer com que as atividades do mercado de compra e venda de comercialização se intensifiquem. Existem algumas empresas que estão preparando cerca de quatro lançamentos para novos empreendimentos para o segundo semestre, ainda muito focado no padrão econômico do Programa Minha Casa, Minha Vida, mas já tem empresas com projetos para o médio padrão.
“É uma notícia muito boa, se a taxa Selic cair, conforme o governo federal vem anunciando, que pode cair de 6,5% para 5,5%, as taxas dos juros imobiliários vão baixar ainda mais. Em um financiamento imobiliário qualquer percentual, variação representa uma economia de muito dinheiro, as pessoas fazem financiamento por 30 anos, essa é uma das alavancas do mercado,” explicou.
Conforme Bolognese, a redução de juros incrementa o mercado, mas é preciso fomentar outras situações para gerar emprego e renda para quem está desempregado poder se recuperar e sair da inadimplência. A partir do mês de outubro, deste ano, será possível ter essa visão mais ampla do mercado. “A expectativa é que depois de aprovado o projeto da reforma da Previdência, o mercado melhore com mais oportunidades para todos,” avaliou.
Para o empresário Marco Bolognese, dono da construtora Patrimônio, a queda dos juros é excelente, elas irão fazer com que as atividades do mercado de compra e venda de comercialização se intensifiquem. Existem algumas empresas que estão preparando cerca de quatro lançamentos para novos empreendimentos para o segundo semestre, ainda muito focado no padrão econômico do Programa Minha Casa, Minha Vida, mas já tem empresas com projetos para o médio padrão.
“É uma notícia muito boa, se a taxa Selic cair, conforme o governo federal vem anunciando, que pode cair de 6,5% para 5,5%, as taxas dos juros imobiliários vão baixar ainda mais. Em um financiamento imobiliário qualquer percentual, variação representa uma economia de muito dinheiro, as pessoas fazem financiamento por 30 anos, essa é uma das alavancas do mercado,” explicou.
Conforme Bolognese, a redução de juros incrementa o mercado, mas é preciso fomentar outras situações para gerar emprego e renda para quem está desempregado poder se recuperar e sair da inadimplência. A partir do mês de outubro, deste ano, será possível ter essa visão mais ampla do mercado. “A expectativa é que depois de aprovado o projeto da reforma da Previdência, o mercado melhore com mais oportunidades para todos,” avaliou.
Proposta da Caixa
As reduções de taxas ocorrem tanto no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), para imóveis até R$ 1,5 milhão e que permite o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), quanto no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), para aqueles acima desse valor, mas que não contemplam a possibilidade de uso do Fundo. Essas reduções valem apenas para novos contratos.
A taxa mínima para imóveis residenciais enquadrados no SFH e no SFI será de 8,5% ao ano, e a máxima será de 9,75% ao ano. A taxa básica de juros (Selic) está em 6,5% ao ano.
Renegociação das parcelas atrasadas
O banco também decidiu ampliar as formas de renegociação de financiamento imobiliário atrasado. Cerca de 600 mil famílias poderão regularizar o imóvel, segundo estimativas da instituição.
Entre as opções oferecidas está o pagamento à vista, com uma entrada e incorporar as parcelas atrasadas em prestações a vencer. Também poderão usar o saldo do FGTS para diminuir a prestação ou mudar o vencimento. As condições oferecidas dependem da situação do contrato, como o valor contratado, valor da garantia, cota de financiamento e quantidade de prestações já pagas.
O banco também decidiu ampliar as formas de renegociação de financiamento imobiliário atrasado. Cerca de 600 mil famílias poderão regularizar o imóvel, segundo estimativas da instituição.
Entre as opções oferecidas está o pagamento à vista, com uma entrada e incorporar as parcelas atrasadas em prestações a vencer. Também poderão usar o saldo do FGTS para diminuir a prestação ou mudar o vencimento. As condições oferecidas dependem da situação do contrato, como o valor contratado, valor da garantia, cota de financiamento e quantidade de prestações já pagas.
Os clientes interessados poderão receber atendimento pelo telefone 0800-726-8068 (opção 8) ou pelo site criado para essa negociação.
A Caixa anunciou um programa de renegociação que deixava de fora o crédito habitacional. Essa campanha vai durar 90 dias e abrangerá contratos com atraso acima de 360 dias.Saiba as opções para renegociar a casa própria
A Caixa anunciou um programa de renegociação que deixava de fora o crédito habitacional. Essa campanha vai durar 90 dias e abrangerá contratos com atraso acima de 360 dias.Saiba as opções para renegociar a casa própria
• Pagar à vista um valor de entrada e incorporar as parcelas atrasadas nas próximas prestações a vencer até o fim do prazo contratual.
• Utilizar o saldo da conta vinculada do FGTS para reduzir o valor da prestação, conforme regras do Fundo.
• Alterar a data de vencimento da prestação.
• O cliente que não se enquadrar nos critérios anteriores pode procurar uma agência da Caixa para verificar a possibilidade de acordo.
Novo banco
O Santander também reduziu a taxa de crédito imobiliário, que vale para todos os segmentos de financiamento por um período de 60 dias, até 30 de agosto, para 7,99% mais a taxa referencial (TR). Atualmente, o banco pratica a taxa de 8,99% em todas as linhas de crédito imobiliário e uma taxa efetiva de 8,94%.
O valor mínimo financiado é de R$60 mil e o prazo máximo do financiamento é de 35 anos. A renda mínima exigida para contratar o empréstimo é de R$ 2,5 mil, podendo ser composta, e o comprometimento com o financiamento deve ficar entre 30% a 35% da renda.
A oferta está voltada aos clientes que tenha um vínculo com o banco.
O valor mínimo financiado é de R$60 mil e o prazo máximo do financiamento é de 35 anos. A renda mínima exigida para contratar o empréstimo é de R$ 2,5 mil, podendo ser composta, e o comprometimento com o financiamento deve ficar entre 30% a 35% da renda.
A oferta está voltada aos clientes que tenha um vínculo com o banco.





