Manaus, 7 de julho de 2026
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Cenário

Assembleia do AM em primeiro no ranking de controle interno

No mesmo estudo o Ministério Público de Contas identificou que a Defensoria Pública e o Ministério Público estão no final da fila em controle interno

Assembleia Legislativa do Amazonas conseguiu 1006 pontos na avaliação de gestão. Foto: Kaique Brilhante/ALEAM

A Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE-AM) está em 1º lugar e é um dos quatro órgãos do Estado que ficou com o conceito elevado no Ranking Geral de Controle Interno de órgãos estaduais do Ministério Público de Contas do Amazonas (MPC-AM).

O parlamento estadual alcançou 1006 pontos no controle interno de gestão e de combate às irregularidades e ilegalidades na atuação de gestores públicos.

Josué Neto, presidente da ALE-AM, atribui o resultado a qualificação e valorização dos servidores, eficiência na administração e aplicação dos recursos e o cumprimento de metas.

Foto: Joel Arthus/Aleam

“Muito desse resultado está ligado a qualificação dos nossos servidores, que é contínua através da nossa Escola do Legislativo. Quando se tem um controle interno bem estruturado é possível evitar erros, aproveitar melhor os recursos e reverter tudo isso em melhores serviços para nossa população”, afirma Josué Neto.

Menos pontos

No mesmo estudo o MPC identificou que a Defensoria Pública e o Ministério Público estão no final da fila em controle interno. O resultado indicou que a DPE-AM tem nível “deficiência” com pontuação 473 em controle interno. Já o MPE-AM atingiu a marca de “mediano” com 731 pontos.

Leia mais em: Defensoria Pública e MPAM no final da fila em controle interno, diz MPC

Completam a lista de avaliados o próprio Tribunal de Contas do Estado (TCE-AM) com 900 pontos; o Governo do Estado, com 827 pontos; e o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM), com 815 pontos.

Os órgãos públicos têm até o dia 7 de janeiro para se manifestarem sobre o resultado da pesquisa e informarem ao MPC os ajustes que farão para se adequar à legislação.

Leia mais em: Prefeituras e Câmaras do AM não possuem controle interno de gestão