Foto: Wilson Dias / Agência Brasil
O presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (sem partido), disse, na manhã desta sexta-feira (5), que está organizando um estudo para viabilizar a redução do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) dos combustíveis diretamente nas refinarias brasileiras.
A fala de Bolsonaro ocorreu logo depois da reunião com representantes dos caminhoneiros e ministros no Palácio do Planalto, após a repercussão de uma possível greve em todo o país – que reivindicava, principalmente, a ‘baixa’ no valor dos combustíveis.
O presidente disse, ainda, que não é interferência na Petrobras, todavia, é necessário desonerar a população brasileira da carga tributária: “Jamais controlaremos preços da Petrobras”.
“O nosso compromisso é tirar cada vez mais o Estado de cima do nosso trabalhador, bem como respeitar contratos e jamais intervir, seja de que forma for, contra as outras instituições, no caso aqui, a Petrobras. O preço nas refinarias é um e nas bombas é mais que o dobro. O que o governo federal vai fazer é tentar reduzir os impostos federais em cima dos combustíveis”, disse o presidente.
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De acordo com Bolsonaro, o estudo sobre a redução do ICMS deverá ser entregue ainda na próxima semana e caberá às assembleias legislativas estaduais de todo o Brasil analisar a proposta.
Auxílio Emergencial
Bolsonaro falou também sobre o auxílio emergencial e disse que o país está beirando o limite do endividamento e cabe ao ministro da Economia, Paulo Guedes, analisar a proposta de retomar o benefício. “A nossa capacidade de endividamento está no limite e quem decide isso é o nosso ministro Paulo Guedes”, disse ele.
Participaram ainda da coletiva, os ministros da Economia, Paulo Guedes; da Infraestrutura, Tarcísio Freitas; da Casa Civil, Braga Neto; de Minas e Energia, Bento Albuquerque; o advogado-geral da União, José Levy e o presidente da Petrobras, Castelo Branco.





