Foto: Edilson Rodrigues / Agência Senado
BRASÍLIA, DF – A defesa montada pela Advocacia Geral da União (AGU) em favor do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello virou alvo de protestos por parte da associação Advogadas e Advogados Públicos para a Democracia. Pazuello ganhou assessoria particular da AGU na CPI da Covid, atitude controversa pelo fato do general não fzer mais parte do governo federal.
Leia mais: Pazuello será chamado novamente a depor na CPI
A associação defende que “os fatos relatados revelam possível violação às normas para a hígida representação judicial e extrajudicial da AGU”. Ou seja, Pazuello teria usado a Advocacia Geral sem ter direito a ela. “Deve ser, e no caso foi, inequívoca sua opção por ser representado pela AGU. Nesse sentido, declarando expressamente que preenchia as condições para tal, exige a normativa expressamente a não constituição de patrocínio concomitante por advogado privado para a sua defesa.”
A CPI ouviu o ex-ministro por dois dias, na quarta (19) e na quinta-feira (20), e já anunciou que vai convocar novamente o general.





