Manaus, 6 de julho de 2026
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Manaus, 6 de julho de 2026

Entretenimento

Banda ‘Maria vem com as outras’ motiva mulheres no combate à violência

Bloco reúne entidades, organizações e militantes para alertar a população sobre as violências contra as mulheres no período carnavalesco, que se intensifica nesta semana

(Foto:Lincoln Ferreira/Sejusc)

Com o apoio do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), a banda de Carnaval “Maria vem com as outras” chegou a sua 11ª edição, na quarta-feira, (15), no Largo de São Sebastião.

A festa reuniu entidades, organizações e militantes para alertar a população sobre as violências contra as mulheres no período carnavalesco, que se intensifica nesta semana. 

Com o tema “Meu corpo não é sua folia!”, a banda foi organizada pelo Conselho Estadual dos Direitos da Mulher (Cedim), viabilizada pela Sejusc. O evento contou, ainda, com a presença de órgãos vinculados à rede de proteção da mulher, como a Secretaria de Estado de Assistência Social (Seas), a Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Cidadania (Semasc) e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). 

Neste ano, a banda Mistura Tropical embalou com marchinhas famosas e músicas brasileiras. A titular da Sejusc, Jussara Pedrosa, destacou a tradição e a importância de mais uma edição da banda. 

Rede de proteção

Para a realização da banda, são mobilizados diversos órgãos do Estado que compõem a rede de proteção às mulheres. Além dos órgãos municipais e estaduais, o evento mobilizou entidades e movimentos sociais como a União Brasileira de Mulheres (UBM).

A representante do Amazonas da UBM, Eriana Azevedo, falou sobre a importância das ações de comunicação para o público no período carnavalesco. 

“Uma banda que teve origem da ideia do movimento social, quando se instituiu o Conselho Estadual dos Direitos da Mulher, a gente entendeu que precisava comunicar num período de alegria e de festa, mas que também haviam muitas ocorrências de assédio, que hoje a gente sabe que não é assédio, é importunação sexual, então a gente precisava comunicar, nesse período, que ‘não, é não!’, que passou do não vira importunação e que é crime”, complementa Eriana Azevedo.

(*) Com informações da assessoria

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