Os advogados do jogador brasileiro usaram como base o relatório médico do hospital onde a vítima foi atendida (Foto: Lucas Figueiredo/CBF)
Em uma nova tentativa de tentar reverter a acusação de estupro, a defesa do jogador Daniel Alves alegou à Justiça da Espanha que não houve violência sexual, uma vez que a relação foi consensual devido à vítima estar lubrificada.
A nova movimentação da defesa do jogador brasileiro Daniel Alves teve como base o relatório médico do Hospital Clínic, onde a vítima foi atendida após o suposto estupro. De acordo com o documento, não foram identificadas lesões compatíveis com abuso sexual ou lesões vaginais comuns de relações sexuais secas.
O jornal O Globo ouviu uma ginecologista, que afirmou que a lubrificação vaginal, mesmo durante o ato, não é sinônimo de excitação. A publicação ainda mencionou um estudo da revista científica Journal of Clinical Forensic Medicine, feito pelos pesquisadores Roy Levin e Willy van Berlo, em que apontam que 21% das vítimas de estupro relatam evidências de excitação física, apesar sob altos níveis de violência, angústia e medo.
Nas redes sociais, a nova alegação dos advogados do jogador gerou revolta na internet. Os usuários fizeram duras críticas à argumentação usada pela defesa.
(*) Com informações de O Globo
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