Após declarar apoio ao candidato a presidência da República, Fernando Haddad (PT), Joaquim Barbosa foi atacado em redes sociais e rebateu os comentários de críticos em relação a sua posição política. Joaquim é ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF).

O ex-ministro também esclareceu que foram semanas de reflexão para escolher seu candidato, está decidido e é uma decisão estritamente pessoal.
”Pela primeira vez em 32 anos de exercício do direito de voto, um candidato me inspira medo. Por isso, votarei em Fernando Haddad”, disse Joaquim ao declarar voto.
Joaquim também disse que ao longo da campanha eleitoral, usaram seu nome para notícias falsas, mas hoje está se posicionando devido a manipulação reiterada devido a sua profissão, mas devido a democracia, decidiu relevar seu voto.
E concluiu dizendo que Bolsonaro não era líder nem presidente de partido. ”Ele não fazia parte do processo do Mensalão. Só se julga quem é parte no processo. Portanto, eu jamais poderia tê-lo absolvido ou exonerado. Ou julgado. É falso, portanto, o que ele vem dizendo por aí.” disse Joaquim Barbosa.
Faço um esclarecimento público para desmentir uma manipulação que vem sendo feita ao longo desta triste campanha eleitoral. Até a data de hoje eu ignorei completamente o uso do meu nome na campanha por um dos candidatos. Mudei de ideia porque hoje reiterou-se a manipulação.
— Joaquim Barbosa (@joaquimboficial) October 27, 2018
a manipulação foi reiterada em resposta ao exercício, por mim, da liberdade de dizer em quem vou votar amanha. Seguinte:
— Joaquim Barbosa (@joaquimboficial) October 27, 2018
desde 2014 jamais emiti opinião sobre a conhecida Ação Penal 470. Mudei de atividade profissional. Virei a página. Mas vou esclarecer às pessoas sem conhecimento técnico o seguinte: 1) a AP 470 envolvia sobretudo líderes e presidentes de partidos.
— Joaquim Barbosa (@joaquimboficial) October 27, 2018
Bolsonaro não era líder nem presidente de partido. Ele não fazia parte do processo do Mensalão. Só se julga quem é parte no processo. Portanto, eu jamais poderia tê-lo absolvido ou exonerado. Ou julgado. É falso, portanto, o que ele vem dizendo por aí.
— Joaquim Barbosa (@joaquimboficial) October 27, 2018




